Capítulo 52.

486 33 5
                                        

Uma hora depois, minha mulher e eu estamos no carro indo para a casa de Santana

Ops! Esta imagem não segue nossas diretrizes de conteúdo. Para continuar a publicação, tente removê-la ou carregar outra.

Uma hora depois, minha mulher e eu estamos no carro indo para a casa de Santana.

Ana Flávia está nervosa, ansiosa, e mais uma vez evito falar do maldito cachorro que está na garagem, pois não estou a fim de estragar este lindo momento.

Pedi a ela que não tirasse os tapa-mamilos.

Ela ficou uma graça com eles, e quero surpreender meu amigo.

Quando chegamos, Santana nos recebe com alegria.

Noto seu jeito de olhar para Ana Flávia.

Um olhar de lobo faminto me mostra que ele a deseja tanto quanto eu, e isso me excita, e muito.

Sei que muita gente não entenderia nossa relação.

Sei que ninguém vai para a cama com a mulher dos meus outros amigos.

Mas também sei que Santana é totalmente de confiança e que só brinca
com Ana Flávia porque eu lhe dou permissão.

Meu amigo mostra sua linda casa a minha mulher e ela a percorre encantada, mas noto impaciência em seu rosto.

Ela está nervosa!

Satisfeito, Santana lhe mostra sua coleção de discos de vinil e de HQS.

Se há algo de que ele se orgulha é dessas duas coisas.

Depois, ele abre outra porta e, convidando-a a entrar, diz:

— Por aqui vou todos os dias ao trabalho. Como vê, meu escritório e minha casa estão separados só por esta porta.

Ana Flávia me olha boquiaberta.

Entramos no escritório e, ao passar por uma mesa, pego a mão de minha mulher e digo:

— Helga trabalha aqui… Lembra-se dela?

Santana me olha.

Não lhe contei isso.

Quando vou falar, Ana Flávia, que está nervosa e ansiosa, replica:

— Claro. É a mulher com quem fomos para a cama aquela noite no hotel, não é?

Sorrio.

Adoro quando ela fala tão abertamente sobre sexo.

Santana nos convida a entrar em seu escritório.

Aproveitando a visita, vou assinar uns documentos pendentes.

O ambiente é clássico.

Como eu, Santana é tradicional no trabalho, conservador ou, como diria Ana Flávia, antigo ou velhote!

Ela e suas palavras estranhas…

Durante alguns instantes, enquanto Ana olha tudo ao redor, concentramonos nos documentos.

Eu sou Gustavo Mioto | miotelaHistórias para pegar e não largar. Descubra agora