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Eles se encararam, os sete, no centro de um circo distorcido. Os balões, antes flutuando inofensivamente, agora tinham dentes. As tendas rasgadas pareciam bocas famintas. Pennywise estava lá, não mais nas sombras, mas no palco principal, enorme e imponente, sorrindo com a boca cheia de dentes afiados.
"Então vocês finalmente se juntaram", ele disse, sua voz um eco de risadas e sussurros. "Mas não importa. Vocês lutaram contra as ilusões, mas não contra mim. Eu sou real. E vocês ainda me temem."
A criatura não mentia. Eles ainda sentiam o medo. A diferença era que, agora, eles o conheciam. Eles sabiam que não era algo a ser evitado, mas a ser usado.
A Força do Medo
Bill foi o primeiro a se mover. Ele não tinha mais medo de ser preso. Ele tinha quebrado as barreiras de sua própria imagem. Ele se lembrou da raiva que sentiu por Pennywise ter ferido seu irmão, Georgie. Ele transformou essa raiva em força, e correu em direção a Pennywise, não para atacá-lo, mas para distrai-lo.
Beverly, que já havia confrontado o abuso, não correu mais. Ela pegou uma das pedras que estava no chão e a arremessou. Não era apenas uma pedra, era um ato de desafio, a prova de que ela não seria mais uma vítima. A pedra acertou o rosto de Pennywise, não o ferindo, mas o desestabilizando.
Ben, que tinha transformado o ridículo em uma declaração de valor, não se escondeu. Ele usou sua inteligência e conhecimento para encontrar uma fraqueza no circo. Ele percebeu que o circo era uma extensão de Pennywise, uma parte de seu poder. Ele se concentrou em uma das tendas, e com sua mente, ele a destruiu, enfraquecendo Pennywise.
Mike, que transformou a dor da perda em força, não chorou. Ele olhou nos olhos de Pennywise e não viu uma criatura maligna. Viu a própria representação do vazio, da falta de humanidade. Ele se concentrou na memória de sua mãe, e a luz da memória iluminou o circo.
Eddie, que tinha afirmado sua própria força, não usou seu inalador. Ele se lembrou de todas as vezes que foi tratado como frágil. Ele transformou sua raiva em um ataque mental, forçando Pennywise a se lembrar de todas as vezes que foi rejeitado, que foi tratado como um monstro.
Richie, que tinha afirmado sua própria capacidade, não se escondeu atrás de piadas. Ele usou seu humor, não para se esconder, mas para rir do monstro. Ele riu de Pennywise, o que o enfraqueceu, porque o medo é um sentimento que não pode coexistir com o riso.
S/n foi a última a agir. Ela se lembrou dos sentimentos que Pennywise a forçou a ter, o falso amor. Ela se aproximou da criatura, e em vez de medo, ela sentiu pena. "Você não é amor. Você é solidão", ela sussurrou, e a verdade das suas palavras atingiu Pennywise como um golpe físico. O falso amor que ele havia tentado forçar nela era, na verdade, o seu próprio medo de estar sozinho.
O ataque coordenado dos Losers, baseado em seus medos superados, desestabilizou Pennywise. Ele se encolheu, perdeu a forma, e a criatura de garras e olhos vermelhos se tornou um ser menor, mais fraco.
Eles não o mataram com violência, mas com a verdade. Eles o enfrentaram não com socos ou armas, mas com a honestidade de suas próprias almas. Eles o derrotaram porque o medo não tinha mais poder sobre eles.
Agora que Pennywise foi derrotado, o que acontece com a cidade de Derry e com os Losers?

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Pennywise O Palhaço AssassinoHistórias para pegar e não largar. Descubra agora