O vento mudou primeiro.
Não foi forte.
Mas foi... errado.
-
Stanley parou de andar.
- Espera.
-
O grupo desacelerou junto.
Não por comando.
Por instinto.
-
Eddie olhou ao redor.
- Eu não gosto disso.
-
Richie tentou brincar:
- Nossa, que novidade-
Mas parou no meio da frase.
Porque ele também sentiu.
-
Algo na cidade... tensionou.
-
Como um músculo que estava relaxado tempo demais
e, de repente, se contraiu.
-
Pennywise parou.
Completamente.
-
s/n percebeu na hora.
- O que foi?
-
Ele não respondeu.
-
Seus olhos estavam fixos em algo que ninguém mais via.
-
- "Não... isso não..."
-
A voz dele não era calma.
Não era curiosa.
-
Era... instável.
-
Bill deu um passo à frente.
- O que tá acontecendo?
-
Silêncio.
-
Então Pennywise falou:
-
- "Ela não aceitou."
-
O ar ficou pesado.
-
Stanley franziu a testa.
- "Ela"?
-
- "A cidade."
-
E, como se tivesse sido chamada...
-
Um grito.
-
Não perto.
Mas não longe o suficiente pra ignorar.
-
Eddie gelou.
- Aquilo foi real.
-
Outro grito.
Dessa vez mais curto.
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Pennywise O Palhaço Assassino
ParanormalContém:. Morte. Palavras de baixo calão. Sexo. O pior que imaginarem tem aqui. não me responsabilizo pelo pagamento da psicóloga.
