O café terminou sem cerimônia.
As xícaras ficaram pela mesa, algumas vazias, outras esquecidas pela metade — não por pressa, mas porque ninguém estava preso a nada específico.
Era novo… não ter urgência.
—
Richie se jogou no encosto da cadeira.
— Ok, pergunta séria: o que pessoas normais fazem agora?
—
Eddie respondeu na hora:
— Pessoas normais provavelmente já estavam fazendo isso desde sempre.
—
— Tá, mas o que exatamente?
—
Ben deu de ombros.
— Coisas simples. Continuam o dia.
—
Richie franziu a testa.
— Isso é frustrantemente vago.
—
Stanley, ainda tranquilo:
— Porque não existe uma resposta única.
—
— Odeio quando você tá certo.
—
Mas Richie não parecia realmente incomodado.
—
Bill levantou.
— A gente pode sair.
—
O silêncio que veio depois não era de medo.
Era de consideração.
—
Sair.
Assim.
Sem preparação.
Sem plano.
—
Beverly cruzou os braços.
— Só… sair?
—
Bill assentiu.
— Só andar.
—
Eddie imediatamente:
— Isso parece estatisticamente uma péssima ideia em Derry.
—
Stanley respondeu:
— As condições mudaram.
—
— Mas a gente não tem dados suficientes pra—
—
s/n interrompeu, leve:
— Às vezes você só testa.
—
Eddie fechou a boca.
Não convencido.
Mas… menos resistente.
—
Todos olharam, quase sem perceber, para Pennywise.
—
Ele não desviou.
—
— “Eu posso ir.”
—
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Pennywise O Palhaço Assassino
ParanormalContém:. Morte. Palavras de baixo calão. Sexo. O pior que imaginarem tem aqui. não me responsabilizo pelo pagamento da psicóloga.
