(e lá estamos nós no episódio six seven, desculpa parei)
O dia avançou sem que ninguém percebesse exatamente quando a manhã deixou de ser manhã.
A luz mudou devagar, escorregando pelas paredes, redesenhando os mesmos móveis com tons diferentes.
Nada se distorceu.
Nada reagiu.
—
Eddie foi o primeiro a notar outra coisa.
— Tá… isso aqui é estranho.
Richie nem olhou:
— Define “estranho”. A gente tem um histórico bem amplo.
— Eu não tô… cansado.
—
Isso chamou atenção.
Ben franziu a testa.
— Como assim?
— Tipo… a gente passou por tudo isso e eu não tô exausto. Nem tenso. Nem esperando alguma coisa dar errado.
Uma pausa.
— Isso não é normal.
—
Stanley respondeu com calma:
— Talvez isso seja o normal.
—
Eddie abriu a boca pra retrucar…
Mas parou.
Porque, pela primeira vez, ele não tinha certeza.
—
Na sala, Bill observava a janela.
As pessoas continuavam passando.
Carros.
Bicicletas.
Uma senhora regando plantas.
Detalhes pequenos demais pra importar antes.
—
— A gente nunca reparava nisso — ele disse baixo.
—
s/n se aproximou.
— Porque sempre tinha algo maior.
—
Ele assentiu.
— Algo pior.
—
Agora não havia.
E isso… mudava tudo.
—
Pennywise ainda estava ali.
Mas agora não era um ponto de tensão.
Nem o centro.
Ele fazia parte do espaço.
—
— “O silêncio mudou.”
—
Todos olharam pra ele.
—
— “Antes ele era… cheio.”
—
Stanley inclinou a cabeça.
— Cheio de expectativa negativa.
—
— “Sim.”
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Pennywise O Palhaço Assassino
ParanormalContém:. Morte. Palavras de baixo calão. Sexo. O pior que imaginarem tem aqui. não me responsabilizo pelo pagamento da psicóloga.
