Dr. Antônio se retirou do meu quarto. Ele era o pai de Ana e Clarisse, um homem muito bom. E muito atraente, quando não conhecia o Oliver, ficava babando por ele e rezava para ficar doente só pra minha mãe ligar pra ele e ele vir me consultar. Teve uma vez até, que eu coloquei um alho debaixo do suvaco só para ficar com febre.
P. S: Nunca façam isso!
Eu fiquei com uma febre miserável e tive que ir as pressas para o hospital. Claro que meu plano de ficar doente e Dr. Antônio cuidar de mim deu certo, mas eu fiquei muito mal e tive que ficar internado durante uma semana. O que fez eu peder um passeio até a Chapada de Diamantina. Eu chorei muito nessa época!
Hoje o Dr. Antônio cuida de mim, mas agora a doença é muito séria. Embora eu saiba o quanto ele se preocupa em achar uma solução para minha doença, ele sabe, bem lá no fundo, ele sabe que eu vou morrer. E o pior de tudo, é ele saber que não pode fazer nada para impedir.
Todos vinheram me visitar, menos o Oliver. Ele tava em Salvador, Laila e Ana disse que ele veio mais cedo. Mas eu tava dormindo, as meninas me contaram que ele saio arrasado do hospital. Pedro tava aqui comigo quando ele chegou. Não era pra ser assim, eu amo o Oliver, e depois que o Pê chegou nós só faz brigar.
Fiquei ali, deitada e pensando quando é que isso tudo ia acabar. Já tô cansanda de tanta aglomeração em minha vida. Se eu morresse logo ou curasse seria mais fácil.
- Posso entrar ? - Uma voz me tira de meus pensamentos.
- Claro - olho para vê seu lindo sorriso.
Oliver se aproxima da minha cama e pega em minha mão. Como todo vez acontece, o meu corpo inteiro esquenta e da um formigamento. Sinto minhas boxechas corar.
- Me desculpe - ele diz abaixando sua cabeça.
- Pelo o que ? - Pergunto confusa.
- Pelo que a mídia fala sobre nós, eu juro que não sabia de nada e nunca falei com Bya...
- Oliver - o corto - Oliver amor, olha pra mim - Livinho levanta sua cabeça e me olha, seu olhar era de tristeza pura - Eu sei que você não disse nada. Eu sei que você não está comigo por pena, eu sei que você me ama. Não precisa pedi deaculpas.
- Mas você só está aqui por causa disso - ele diz.
- Não, não mesmo - eu rio sem graça - Eu estou aqui porque comi uma hamburg e deu infecção no meu estômago.
- Mas... - Oliver começa a dizer, mas logo para e serra o punho. Seus olhos agora era como fogo, cheio de odeio.
- O que foi amor ? - Pergunto preocupada.
- Pedro havia me dito que foi por causa dessa polêmica na internert que você passou mal.
- Oushe, meu Deus - digo com raiva do Pedro, como ele pôde falar isso ? - Não, não tem nada haver. Para de se importar com o que o Pedro fala, que droga, acha mesmo que seria por causa disso ? Eu sei o que você sente por mim.
- Desculpe - ele me beija, seus lábios é tão doce e molhado, amava tanto beijar ele - Eu prometo que não vou levar aquele otário a sério.
- Ignore ele - falo pedindo outro beijo.
Contei que o Oliver pagou um hospital particular para mim ? Pois é, ele pagou. É por isso que o pai das gêmias é meu médico principal. Ele é o melhor da cidade, não é de se adimirar que trabalhe em um hospital particular.
E como eu, ele, nós estamos em um hospital perticular, tenho um quarto só para mim. Olho para Livinho com malícia e ele entende o recado.
Ele vai até a porta e a tranca. Bem em minha direção e retira alguns lençóis de cima de mim. Ele beija meu corpo qause nu e suspira, seus lábios pecorre meu corpo e seus dedos retiram os poucos panos que restam.
Ele sobe até meu pescoço e beija, da pequenas mordidinhas e depois morde minha orelha. Meu corpo lateja, meu sangue ferve em minhas veias. Sinto meu íntimo umidecer, e logo em seguida sinto o dedo dele lá. Me contraio, tentanto desesperadamente não gritar seu nome. Mordo meus lábios superiores e gemo seu nome, Livinho acaricia meu clítoris.
Oliver retira sua roupa e ponhe sua ereção em mim.
- Como estamos em um hospital, vamos ter que ser rápido - ele sussurra em meu ouvido.
Ele estoca e eu gemo, eu nunca ia me acostumar com o prazer que ele me propucionava.
Oliver agarra meus seios e eu cravo minhas unhas em suas costas. Ele estoca mais e mais, era tão bom senti-lo dentro de mim. Depois de uns dez minutos naquele prazer absurdo ele goza. Era quente e eu amava sentir seu líquido escorrer pela minha vagina.
- Eu te amo - ele diz se levantando e vestindo sua roupa.
- Eu amo mais - sorrio para ele e me concerto.
Era uma Merda fuder na cama de um hospital. Mas quando da vontade não tem lugar e hora certa, às vezes para algumas pessoas não tem nem pessoa certa.
Depois de estarmos vestidos e concertados, Livinho destrancou a porta e nesse exato momento Dr. Antônio entra no quarto com Clarisse.
- Olá pombinhos - Clarisse diz.
- Oii - eu e Oliver respondemos em uníssono.
- Como está Laís ? - Dr. Antônio pergunta.
- Estou maravilhosa - digo com um sorriso tão largo que acho que meus lábios se partiram.
- Humm, tá felizinha - Clarisse diz - Rum, aí tem é dedo do Oliver, literalmente.
- Meus dedos fazem milagre - Oliver diz rindo mostrando seu dedo do meio para ela - Quer testar ?
- Laís você vai deixar o bostetico do seu namorado falar isso pra mim ? - Ela pergunta séria.
- Você quem pediu, foi abrir a boca. - Falo rindo.
- Só para lembrar a vocês que eu estou aqui, e não sou tão velho assim, consigo entender a conversa de duplo sentido - o pai de Clarisse diz.
- Pai, me defenda - Clarisse pedi.
- Pai ? - Oliver pergunta confuso.
- Ooh cabeça de tomate, tu não sabia que ele é meu pai ?! - Clarisse diz rindo.
- Não.
- Não tá vendo o quanto nós se parece ?!
- Na verdade não, nunca pensei que um homem como Dr. Antônio poderia ter uma filha tão mal educada e...
- Ooh painho, o senhor vai deixar ele se referi a mim desta forma ?
- Desculpe filha, eu sou a Suíça, sou um país neutro. - Dr. Antônio diz saindo do quarto, seus lábios deixavam escapar um sorriso.
- Acho que seu médico é muito bonito - Oliver diz sério - Tem um mais feinho não ?
- Não amor, desculpe - digo rindo.
- É genética, minha família tem o dom de ser bonita - Clarisse diz dando de ombro, como se ser bonito fosse uma doença genética - Às vezes alguns de nós sofremos por causa disso. Mas graças a Deus muitos passaram a enteder que ser bonito é dom e não vem através do dinheiro. Pena que você não entendeu ainda.
- Eu sou bonito naturalmente minha filha - Oliver se defendi.
- Hurrum sei, você já viu fotos suas de antes e de hoje ? - Clarisse reprime um sorriso - Era secooo, que só Deus na causa.
- Tar, ele era fofinho, e eu gostava do Oliver antigo - eu defendo meu amor.
- Viu aí, tem quem gosta. - Livinho da a língua pra Clarisse.
- Meu filho, você ainda acredita nessa peste ?! Laís lá sabe o que é bonito.
- Ei,vem não viu, eu tenho bom gosto - eu digo.
- Tem ? Quer que eu comece a dizer o nome dos meninos que você gostava ?! Começo logo com João.
- Amiga para, ele era gentil comigo. - Eu tento me defender.
- Epa, não se fala de ex na frente do atual - Oliver empurra Clarisse que da uma gargalhada.
- Aff Livinho, você ia gostar do João - Clarisse rir e olha para mim, balanço a cabeça negativamente e lhe lanço um olhar venenoso - Ele tirava catareca do nariz e comia.
Livinho me olha tentando não rir, Clarisse por outro lado se joga pra trás de tanto rir. Chega um momento que eu começo a rir também e o Oliver faz o mesmo. Clarisse riu tanto que parecia uma foca.
- Tá, chega! - Clarisse diz saindo do quarto.
- Eu rir muito hoje, como não rio a tempo - falo.
- É bom te vê feliz - ele diz.
- Você vai voltar quando pra São Paulo ?
- Infelizmente amanhã, vou lançar um clipe novo.
Livinho rir, eu me levanto para olha-lo melhor.
- Fico feliz por você - digo dando-lhe um beijo.
- Isso é bom.
- E como é o nome ?
- Meu Copo.
- Uii, arrasou absoluto - digo dando mais outro beijo.
Sentir meu corpo doer, uma dor agonizante, reprimir um gemido.
- Oliver, estou um pouco cansada, queria dormir um pouco, você se importa... - digo sem graça.
Não queria que ele fosse embora, mas não era preciso ele me vê gritar de dor. E eu sei que daqui a alguns minutos é isso que vai acontecer.
- Claro amor, vou arrumar minha coisas. Prometo vim te vê antes de ir embora.
Dou um sorriso forçado. Por trás desse sorriso uma dor sufocante corria pelo meu corpo. Livinho saiu do quarto e eu aperto o botão vermelho pra emergências. Logo o Dr. Antônio estaria ali, e eu não sentiria tanta dor.
A dias venho sentido essa dor insuportável, mas nunca falei nada a ninguém, até porque sempre foi uma dor suportável. Mas hoje estava demais.
Reprimi um grito. Preciso me controlar, mas como ? A dor pecorria cada osso do meu corpo, era como se meus ossos estivessem sendo quebrados.
Quando finalmente o Dr. chegou eu pude gritar. Me revirava na cama, gritando e chamando por minha mãe.
- Laís se acalme, me diga o que está sentindo ? - O Dr. Antônio pedi.
- Muita dor, meus ossos parecem que estão sendo quebrados.
Ele pega uma ceringa e ponhe um remédio dentro. O tamanho da ceringa me assusta, ele a aplica na minha perna. A dor da agulha e do líquido entrando era pior que a dor que eu estava sentindo antes.
Meu corpo para de se mexer e eu sinto meus batimentos cardíacos se acalmarem. Meus olhos se feixaram e eu me perdi na escuridão.
***
Oiee, esse na foto é o Dr. Antônio. Obrigada por lerem minha história. Espero que esteja agradável a leitura. Obrigada!!
Bjss...
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Crazy Life - Mc Livinho
FanfictionLaís é uma jovem de 17 anos, desde dos 15 anos ela é fã do cantor Mc Livinho. Sempre sonhou em ir a um de seus shows, mas a sua mãe nunca deixou. Em maio de 2016, em um clube de Salvador, a jovem consegui ir ver seu ídolo. Porém, a gorata se decepic...
