Eu amo o jeito que você mente.

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Meu Deus quantas teorias, confusões, gritarias e tantas views aaaaaaa

Ai gente eu rio de toda a aflição nos comentários, mas meu coração diz que é errado. Posso acalmar vocês com uma única pista?

> Karla Camila Cabello Ferrara está morta, ela não existe mais. Elena Cruz está viva, ela existe. <

Mas não é só isso, só lendo pra saber as tretas, né?

Falei e corri, aproveitem o capítulo, até mais \o.

Ps: Se preferirem, escutem a sugestão de música até o final do capítulo

...

[PLAY - Rihanna Never Ending]

Elena jamais havia visto o salão de coquetel tão bem decorado e iluminado.

Robert havia trocado a empresa de decoração e estes, os novos contratados, haviam feito um trabalho estupendo deixando o salão tão deliciosamente misterioso e sensual como as noites quentes do Caribe.

O vasto espaço lembrava o salão principal de refeições. Todas as quatro saídas por portas altas e de vidro levariam os hóspedes à ala das piscinas, todas extensas, também decoradas e esplendidamente iluminadas tanto em seu interior como exterior. A cor escolhida havia sido a preta, mas nem por isso o local parecia escuro ou mórbido. Ao contrário, a elegância reinava em toalhas de contraste brancas e longas sobre as grandes e inúmeras mesas redondas com lugares para cinco pessoas. As flores eram rosas, também brancas, bem abertas, iluminadas, perfumadas e dispostas em dúzias dentro de altos vasos localizados no centro de cada mesa. Taças, copos, pratos, guardanapos e talheres uniam-se sobre as mesas, formando um conjunto extremamente organizado e clássico, próprio de um coquetel noturno. Sofás e poltronas haviam sido colocados em lugares estratégicos do salão, aptos para criarem um ambiente de intimidade, próprio para conversas em grupos de mais de três pessoas. Luzes também estratégicas haviam sido colocadas, outras retiradas, dando a sensação de conforto e sensualidade ao ambiente.

As pessoas, que já se encontravam ali em grande quantidade, trajavam roupas para eventos noturnos. As mulheres com vestidos longos e os homens com smoking ou ternos exclusivos. Conversavam em baixo tom, riam também em baixo tom, embalados pela melodia suave que parecia deixar o ambiente ainda mais agradável e relaxado.

Elena acompanhou outro casal de hóspedes até uma mesa reservada, explicando uma vez mais as atividades da noite, fazendo o possível para deixá-los confortáveis e cientes de que ela estava ali para servi-los ao longo do coquetel. Os funcionários dividiam-se em alas, tanto nos coquetéis como nas refeições, cuidando de oito mesas, tratando de tudo o que possivelmente os hóspedes pudessem precisar.

Não a viu chegar e não percebeu que ela estava no salão até que sentiu que alguém a mirava no balcão do bar, aberto para servir durante toda à noite.

Seus olhos se encontram e o fogo que ela ali viu arder causou-lhe um calor que não demorou em instalar-se em seu sangue, tomando conta de seus sistemas até que não pudesse sentir nada além do olhar que ela lhe dedicava sentada naquele banco, destacando-se de todas as outras mulheres, vestida com um perfeito e sexy terno feminino, junto a calça de cintura alta que nada fazia a não ser ressaltar a sua figura, deixando-a muito mais bela e misteriosa do que havia o gravado em sua memória.

Não estava sozinha. A ruiva com quem jantara quando haviam se visto ali pela primeira vez a acompanhava, falando sobre algo que naquele momento não foi capaz de atrair a atenção daquela mulher, que com um fingido controle lhe fazia atos indecentes com os olhos sem mirar nenhuma outra parte de seu corpo.

PleasureHistórias para pegar e não largar. Descubra agora