Capítulo 38

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A festa para mim e William acabou mais cedo, seguimos para o quarto enquanto os homens continuaram a farra.
Quando pisamos no quarto ele já começou a me beijar e foi me guiando até a cama.

- Agora é minha noiva que fala, né? - Perguntou sorrindo.

- Sua noiva meu amor, sua...

Ainda estávamos nos beijando, suas mãos percorriam todo o meu corpo, e logo eu já estava nua e totalmente entregue a ele. Também não fiquei para trás e rapidamente comecei a despi-lo, eu apenas fiquei mirando seu corpo por alguns segundos, a boca carnuda, os músculos definidos, o pênis grande e grosso...

- Você é muito lindo... - Confessei.

- Não sou nada perto de você.

Ele então tomou meus seios com a boca, enquanto os chupava levou a mão até minha intimidade e ora massageava meu clitóris e ora penetrava um dedo em mim. Depois eu fui descendo minha boca até chegar em seu membro, eu comecei a chupa-lo e ao mesmo tempo ele massageava meus seios com as mãos, era delirante a maneira como conseguíamos nos proporcionar prazer mútuo, ao mesmo tempo e na mesma intensidade.
E gemendo meu nome ele se derramou em minha boca.
Depois ele caminhou até o frigobar que tinha no quarto, pegou uma garrafa de champanhe e caminhou até a cama, ele a abriu e bebeu um pouco e depois me beijou fazendo o gosto da bebida predominar em nossas bocas. Em seguida o homem derrubou um pouco do líquido em meus seios e os lambeu, depois um pouco na minha barriga... Um pouco no interior de minhas coxas... E então lá, quando eu senti aquelas bolhinhas tocando meu clitóris eu quase gozei, e então ele começou a me chupar, era um misto de sensações que me faziam contorcer loucamente em cima da cama, eu não sabia se segurava seus cabelos o impulsionando a continuar ou se eu segurava com força os lençóis.
E com isso não demorou para eu gozar em sua língua, ele como sempre não desperdiçou nem uma gota se quer.
Depois ele se sentou encostado na cabeceira da cama e me puxou para sentar em seu colo, quando eu me sentei comecei esfregar levemente minha intimidade em seu pênis, ele jogou a cabeça para trás para poder sentir melhor, em poucos segundos ele estava tão duro novamente que tanto minha boca quanto minha boceta gotejavam de vontade.

- Vai Maite, senta logo. Não aguento mais essa tortura, deixa meu pau te foder do jeito que ele tanto quer.

E então eu obedeci, segurei seu membro e fui deslizando lentamente, era realmente uma tortura, mas prazerosa pra cacete. Aos poucos fui aumentando o ritmo da cavalgada, e William começou a brincar com meu clitóris com os dedos o que me fez atingir o orgasmo antes dele, e quando eu comecei a chupar seu pescoço ele também acabou não aguentando e eu senti sua porra me preenchendo por inteira.
Depois ele ainda distribuiu alguns beijos em meu colo, pescoço e boca.

- Te amo... - Falei quando já estava deitada em seu peito.

- Você nunca tinha me dito isso antes. - Disse sorrindo.

- Eu não estava preparada para dizer essas palavras, mas hoje me sinto mais pronta do que nunca.

- Tudo bem eu entendo, e também te amo pra caralho. - Falou me beijando.

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