Capítulo 22- "...Davi suplica a Deus que se apresse em livra-lo..." (Sl 70,1)

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O final de semana estava se aproximando e eu não  tinha idéia  de onde iria dormir de sábado para domingo porque nem ousei tirar da cabeça  de Luzia que fazer festa não  ia ser bom para nós  duas .

No caso para mim, porque Luzia pouco estava se lixando , ela estava mais do que deslumbrada, um pouco prepotente eu diria , por isto ,Deus é que o senhor tem que me tirar desta enrascada..

No apartamento toda hora era um entrar de coisas encomendadas por Luzia, era o porteiro interfonando por conta de alguns salgados que chegavam , era o entregador com os arranjos de flores , era as bebidas entre drinks cervejas e refrigerantes , era tudo , tudo o que se fazia para uma festa acontecer e que me deixava apavorada , procurei no meu quarto raciocinar rápido, procurei ficar controlada porque nervosismo nesta hora não  iria resolver o meu caso,  eu tinha que achar uma solução rápida  para mim e eu acharia.

Era um entra e sai de gente da porra Deus .Parece que ela ia dar um festão o que me deixava mais transtornada ainda .

Eu sabia que não  ia ser uma coisa boa para mim porque Rosely era do tipo que não  queria saber quem era o culpado.

Ela culpava todo mundo.

Eu não  tinha muito o que fazer. 

Mas acreditava que o senhor ouviria minhas súplicas  e  mandaria um sinal para esta sua filha que estava em um terremoto . Sim, porque eu poderia ficar sem ter onde morar futuramente .
Já  não  tinha para onde ir e agora esta?
Deus misericórdia de sua a filha aflita.

Fechei meu caderno de cartas a Deus e aguardei as respostas que viria.
Deus não  iria me deixar na mão.

Para Deus (Concluído)Onde histórias criam vida. Descubra agora