PLÁGIO É CRIME!!!
A cidade de Chicago é deles. Os Millers dominam a tudo e a todos.
Jill tinha apenas 19 anos quando foi designada para trabalhar na casa dos Miller.
Órfã desde o nascimento, um desejo ardente de amar e ser amada se tornou o vazio...
Ops! Esta imagem não segue nossas diretrizes de conteúdo. Para continuar a publicação, tente removê-la ou carregar outra.
- Você consegue enxergar o que vê, loirinha? - Ryan me perguntou enquanto eu abria uma caixa de presentes.
Desembrulho o papel e começo a entrar em pânico, mas é de alegria.
- Eu não acredito... - pulo em seus braços e enrolo minhas pernas envolta de sua cintura - obrigada, obrigada, obrigada... - falo em meio a sessões de beijos estalados que deposito em seu rosto.
- Calma, calma... - Ryan bate em minha bunda, apalpando-a - você não viu a parte melhor de todas ainda, garota.
Saio do seu abraço e o encaro.
- O que?
- Olhe lá - diz apontando para a caixa em cima da cama.
Volto para a caixa e meus olhos brilham quando olho novamente para a última coleção de livros do Kenn follett, todos autografados.
- Muito obrigada mesmo, Ryan, isso significa muito para mim - agradeço novamente me virando para ele.
Seu rosto é de pura satisfação. O cabelo loiro areia esta penteado, todo assentado em um penteado jogado de lado com gel. Sua postura é compenetrada, lhe trouxe um ar mais sério, principalmente com ele dentro de um terno azul marinho sob medida combinando perfeitamente com os azuis fascinantes de seus olhos.
- Vai la, gatinha.- ele manda um comando.
- Tudo bem. - rolo meus olhos com sua insistência.
- Espera!
Eu paro com o som reverberante de sua voz.
- Você rolou os olhos para mim?! - diz se aproximando mais e mais de mim com seus passos calculados.
Meu coração acelera com a sua proximidade, o olhar de um caçador tentando arrebatar a sua presa indefesa, o azul escurece formando uma tonalidade mais sinistra. A pergunta que não queria calar era; eu realmente era uma presa?
- Jill... não role esses lindos olhos para mim, garota - ele fala ao pé do meu ouvido, tão mais tão roucamente que, meu deus... eu arfo perdendo o meu fôlego.
- Ryan... - suspiro.
- Você vai rolar esses olhos lindos para mim, vai sim, mas antes - ele desliza o dedo indicador pelo meu busto indo em direção mais acima em uma linha reta circundando os meus seios por cima do meu pijama de flor, o tecido é fino, então consigo sentir o seu toque. Não estou usando sutiã, o contato do meu mamilo esquerdo reage a sua pele, eu arqueio minha coluna tornando-os mais convidativos, isso porque eu estou reagindo com a emoção e não pela razão. Um calor vai subindo pelo meu corpo é difícil de impedir com Ryan olhando para mim com seu olhar sombrio e cheio de luxúria. Com um impulso ele cola nosso corpo, meus seios ficam prensados contra seu peito duro, tonificado. Sinto o seu hálito, a umidade da sua saliva em meu ouvido - você vai rolar os olhos para mim e vai gritar o meu nome quando isso acontecer. - ele bate sua boca na minha, pedindo acesso para dentro. Ele morde o lábio inferior dos meus lábios e o chupa.