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Sugestões de música:
Para o começo:
O Children - Nick Cave & The Bad Seeds
Stop Crying Your Heart Out - Oasis
My Tears Ricochet - Taylor Swift
Para o andamento:
I Hear a Symphony - Cody Fry
Crazy for You - Madonna
Lover - Taylor Swift
Je te laisserai des mots - Patrick Watson
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Todos precisam de uma boa noite de sono.
Digo, além de ser o vital para uma boa disposição, é cientificamente comprovado que retém níveis de estresse e ansiedade.
Fora aquele ditado de mãe que, sim, ajuda no crescimento.
E não se pode discordar disso. Em nenhuma hipótese.
Entretanto, com boas doses de sono e horas viajando pelo inconsciente, a carga de sonhos e pesadelos também perseguia os que possuíam mentes férteis e lúdicas.
Eu não era lá alguém tão imaginativo, mas o sonho que havia me segurado por algumas horas naquela noite foi, no mínimo, incomum. E meio desesperador.
Assim como alguns meses atrás onde eu havia sonhado com uma rosa dourada, a mesma reapareceu naquela noite.
Seu caule era formado por bronze misturado a ouro puro que contrastava com linhas finas, duro e seco. Eu quase podia tocá-la. Suas pétalas, ao invés dos traços concretos como em um desenho que eu já vira, eram tão macias quanto penas pertencentes a uma fauna exótica, e flutuavam como leves nuvens ao redor, atando e desatando-se, contínuos. Por fim, quando cheguei perto o bastante do emaranhado de pétalas que, por algum motivo, nunca iam embora ou eram arrancadas, seu interior acendeu-se em um feixe solar forte. Extremamente forte. Minhas íris arderam, e notei como se houvessem arrancado minha visão para fora de meu corpo. Ficou claro e silencioso. Em seguida, tudo tornou-se preto e branco, e chovia e ventava tão forte que era impossível enxergar qualquer coisa. Era como se dias, meses ou anos houvessem passado. O frio tornou-se doloroso e congelava tudo que tocava. As gotas de chuva pareciam espinhos perigosos e, a medida que caíam sobre a extensão da flor, surgiam flocos de neve, até que tudo fosse apenas gelo, neve e branco. Muito branco. Branco que insistia em cegar. Quando me aproximei novamente, o suficiente para conseguir tocar, a rosa continuava a afastar-se, infinitamente. Até o segundo em que, de repente, ficou escuro, e a rosa, de tão baixa pela temperatura com neve cobrindo-a por completo, rachou-se em trezentas partes, como um vaso delicado que caía ao chão.
Foi quando Harry apareceu em meu campo de visão.
O professor surgiu do outro lado, caminhando exatamente em minha frente, até suas partes rachadas, abaixando-se e pegando uma por uma, tentando reconstruía-la como um quebra cabeça difícil de entender. Harry não vestia quase nenhuma roupa, com metade do corpo completamente exposto, sendo apenas coberto por uma bermuda branca. Sua pele brilhava, como se ele fosse beijado pelo sol e isento a qualquer mal que quisesse o tocar. Não que fosse necessário, algo parecia implodir dentro de si.
O problema era que Harry não parecia ter noção de que eu estava ali, olhando-o, enquanto o mesmo recolhia as partes quebradas da rosa.
No meio do quebra-cabeça, suas mãos tremiam, e lágrimas grossas caíam por seu rosto. Ele as ergueu, encarando-as, e vendo, lentamente, o caminho de seus dedos até suas palmas também se congelarem, como se o processo se repetisse. Ele soluçou uma vez e fechou suas palmas em formato de concha, direto ao coração, desistindo e deixando que o gelo e frio tomasse conta do resto de seu corpo, chorando sem parar. Tremendo sem parar. Soluçando sem parar. Caindo sem parar.
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Learning to Fall in Love | l.s
FanfictionHarry Styles ingressa em seu primeiro ano como professor de artes na escola primária da pequena cidade de Manchester. Entre muitos planejamentos de aula, desenhos coloridos e um cachorro que come todas as meias da casa, ele encontra Louis Tomlinson...
