18 | Desentendimento

544 46 61
                                        

Narradora

Ops! Esta imagem não segue nossas diretrizes de conteúdo. Para continuar a publicação, tente removê-la ou carregar outra.

Narradora

Kiba sorriu abertamente ao cumprimentar a enteada, mas, não fora retribuído da mesma forma.

— Está atrasado!

— Eu sei.. eu sei.. — Esticou o pescoço, fazendo-o estralar. — Me prenderam um pouco mais no serviço hoje.

A menina por sua vez, rolou os olhos para cima, não acreditando nadinha no rapaz à sua frente. Não sabe de onde veio tanta desconfiança, mas, desde a primeira vez que o viu, não sentiu coisa boa. Ambos adentraram a residência, mas antes de prosseguirem, Sumire parou e exclamou:

— Vou chamar minha mãe. E ela está em companhia, então, seja gentil.

— Hm?

— Minha mãe está com companhia para o almoço, e ele é como um pai para mim, então não nos faça passar vergonha.

— Hm? Pai? Como assim? Sumire?! — Segurou o pulso da garota que tinha voltado a andar.

— Aí! — Puxou o braço para si novamente, com certa brutalidade. — Oque foi?

— Quer dizer que a Hinata está com alguém lá? Um homem?

— Sim. Você por acaso é surdo? Eu acabei de dizer isso!

— Eu vou também! — Seguiu a menina que parou novamente para encara-lo.

— Não vai não! Eu que vou. — Replicou em repulsão. — Você fica aqui esperando, acabei de falar pra não arrumar briga!

— Mas ela é minha namorada e está com outro homen lá em cima?? Me dá licença Sumire! — Afastou a garota para o lado.

— Agora ela é sua namorada?

— Como assim? — Assumiu uma expressão totalmente confusa.

— Você acha que não sei?

Kiba franziu o cenho em desconfiança e tentou não demonstrar surpresa.

— Oque?

— Você troca mensagem escondido com outra mulher no celular. — Fechou uma carranca ao pronunciar.

— E-eu..

— Não quero ouvir nada de você! — O olhou com desdém. — Você nunca foi homem pra minha mãe, por mais que demonstre amá-la. Não passa de uma faixada!

— Sumire..

— Não! Não adianta mentir pra mim. E tem mais, você nem liga que ela esteja com outro homem lá em cima, então pode parar com o teatrinho. — Lhe deu seu melhor olhar de desprezo e finalmente saiu para chamar a mãe.

Kiba se jogou no sofá respirando fundo e aferiu diversos socos no móvel.

— INFERNO! QUE DROGA!

...

Uma obra do DestinoHistórias para pegar e não largar. Descubra agora