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Lunna franziu a testa confusa ao ver Everton Ribeiro parando em sua frente com um iogurte em sua mão.

- Porque ele toma iogurte? - Lunna sussurrou para o atacante.

- É porque ele se acha uma criança. - Pedro respondeu.

- Eu estou ouvindo os cochichos de vocês, fofoqueiros. - Everton disse e eles riram.- E o iogurte é para eu não perder a paciência com o Gabriel. - comentou e a jornalista riu.

- E ta conseguindo? - Lunna perguntou curiosa.

- Conseguir é uma palavra muito forte. - Everton fez careta.

- Já sentiu vontade de matar o Gabriel quatro vezes em menos de meia hora. - Marília disse ao negar com a cabeça.

- É compreensível. - Lunna disse e sorriu. - Haja paciência para aguentar esse homem. - negou com a cabeça.

- E haja iogurte para mim comer e me manter calmo. - Everton disse sorrindo. - Sem iogurte, é capaz de eu matar ele mesmo.

- Que horror, Deus não gostaria de ver um filho dele matando outra pessoa. - Pedro indagou e os três riram.

- amém, irmão. - Eles falaram juntos.

- Olha, todo dia isso, já não aguento mais. - Pedro resmungou e eles riram.

- Perdão, irmão. - Eles falaram juntos novamente.

- Deus ta vendo. - Pedro comentou.

- Ainda bem né? - Lunna disse e sorriu de canto. - Só assim ele ver que eu tô me comportando e vai garantir meu lugar no céu.

- Não sabia que se comportar era mandar mensagens para os outros pedindo para mamar nele. - Everton brincou ao se virar e se afastar deles.

- Meu Deus, que vergonha. - Lunna disse causando a gargalhada de Marília.

- Esquece o Ev, vamos entrar. - Ela chamou e logo se virou, seguindo o seu marido.

- Não era para falar pros seus amigos sobre as cantadas. - Lunna resmungou e bateu levemente no braço do jogador.

- Ué? Se esqueceu que a sua cantadas eles leram em uma live? - Pedro questionou e Melchior fez careta.

- Nossa, como eu fui capaz de mandar uma cantada? - Lunna negou com a cabeça.

- Não se sinta reprimida por isso, foi a cantada que nos uniu. - Pedro disse e a mesma riu.

- Se nós tivéssemos em um livro, ele iria se chamar " Unidos por uma cantada". - Lunna brincou e Pedro gargalhou.

- Ou apenas cantadas. - Pedro respondeu e passou sua mão na cintura da jornalista e assim os dois andaram em direção a casa.

E assim, os dois entraram na casa da família Ribeiro e recebeu o olhar de todos sobre eles dois, o quê fez Melchior sorrir envergonhada.

- Oi gente. - Ela acenou com a mão.

- Olha só, o casal pastor e desviada chegaram. - João brincou e os dois rolaram os olhos.

- Não enche, João. - Pedro resmungou e o mesmo riu.

- João, porque você fez isso? - Lunna provocou e o jogador rolou os olhos.

- Não gostei da brincadeira. - Ele resmungou e todos riram.

- TITIA! - Augusto gritou ao correr até a jornalista, fazendo-a se abaixar e sentindo o pequeno corpo da criança colado no seu.

- Oi, meu guerreiro. - Lunna disse sorrindo.

- Titia, fico feliz que tenha vindo. - Augusto disse sorridente. - Assim podemos brincar o dia todo.

CANTADAS ― PEDRO GUILHERME Onde histórias criam vida. Descubra agora