capítulo cinco

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CAPÍTULO CINCO.
CAPÍTULO POR CECÍLIA.
📍 SÃO PAULO — SP.
UMAS SEMANAS DEPOIS.

— Continuo achando a gente muito intrusas, aniversário é coisa íntima. — falo e escuto a risado do Ghard.

No início da semana, a Nique avisou que fomos convidadas para a festa de aniversário do Veigh. De cara, eu achei estranho, aniversário é coisa íntima, mas a Nique não nega nada e sempre me arrasta.

— Para de ser pilhadinha, cunhada. Ele fez questão de pedir pra avisar vocês.

— Viu? Ele quer nossa presença.

— A nossa também né, vida?— escuto a risadinha dos dois.

Fiquei quieta por alguns segundos até eles começarem a puxar assunto até chegar na casa da mãe do cantor. Uma mulher se aproximou, e pelo assunto eu percebi que era a mãe do Veigh, super simpática.

— Oi, prazer. — escuto ela falar, senti uma mão no meu braço, e em seguida um abraço. — Eu sou a Mirian, mãe do Thiago.

— Olá, prazer é meu. — solto o abraço e ela segura minhas mãos. — Eu sou a Cecília.

— Fiquem a vontade, ok?

Assim que ela se afastou, o Ghard chamou pra ir até onde estava o resto do pessoal.

— Chegou viado, fala. — escuto o Veigh falando acredito eu com o Ghard. — E ai, doidinha, suave? — ele fala uns segundos depois. — E aí, suave? — senti o perfume dele bem próximo, sinto a mão dele no meu braço, e ele me abraça rápido.

— Oi, feliz aniversário. — falo dando um sorrisinho e estico o presente pra ele pegar.

Quando o Ghard falou dessa resenha, a Nique me arrastou pra ir comprar um presente pra ele. Óbvio, é muito difícil dar um presente pra alguém que pode ter de tudo, mas o Ghard ajudou, e com a ajuda dele escolhemos, eu dei um par de tênis e a Nique uma roupa.

— Ôh, nem precisava, mano. — sinto ele pegar. — Que dahora, eu vou abrir depois, tá? — assenti. — Mas gratidão pelo presente, gostei muito. — ele faz um carinho no meu braço.

A Nique chamou por ele e com certeza também entregou o presente, já que ele agradeceu ela, e chamou a gente pra sentar ali onde ele tava com uns amigos. Nós, a Nique e eu, nos apresentamos por cima pra todos que estavam ali e sentamos ali.

Sentei do lado da Nique, e ficamos conversando com o Koda e com o Nagalli que estava ali perto da gente, mas os meninos estavam mais caindo em cima do Ghard.

— Só se ouve de você na boca desse cara. — o Koda fala com a Nique e eles dão risada.

— Muito apaixonado. — Veigh fala e a voz dele ecoa do meu lado. — Cuida do meu garoto. — ele fala e a Nique ri.

— Cuida da minha amiga também, ô Gustavo. — falo e escuto o Veigh ri.

— Fica tranquila, porque pelo jeito que ele olha pra ela, dá pra saber que ele vai fazer isso. — ele fala do amigo. — E nós vai ser os padrinhos dessa união aí, breve breve. Certeza disso, viado. — ri e me ajeitei na cadeira.

— Se a Nique tá feliz, eu também estou. — sorri.

— Bonitona a amizade de vocês duas, mano. De verdade, é perceptível o quanto vocês se gostam, o carinho é o cuidado que rola entre vocês. — ele fala de um jeito que eu imaginei ele muito fofo.

— Ela é a irmã que eu não tive, e a vida me deu.

— Isso é dahora. — ela solta uma risadinha.

Amar | VEIGH.Onde histórias criam vida. Descubra agora