CAPÍTULO VINTE E TRÊS. CAPÍTULO POR THIAGO. 📍 SÃO PAULO — SP. SEMANAS DEPOIS.
— Cê acha que ele vai gostar?
— Ele tava falando nessa semana que tava querendo um. — a Nique responde.
— A minha sogra falou isso. Ela tá doida pra vê o doguinho.
A cachorrinha da vizinha lá de casa deu cria, ela perguntou se a gente lá de cas queria e eu aceitei pensando logo no Tico que tá doido querendo um.
Avisei minha sogra, a Nique mandou foto dos filhotinhos e ela escolheu o filhotinho que ela acreditou que o Tico iria gostar.
Assim que chegamos na casa do Thiago, descemos do uber. A Nique me ajudou, tocamos o interfone, a tia atendeu e já ficou toda bobinha com o cachorro. Entramos e já ouvi a voz do Tico e do Ghard.
— Oi vida, nem falou que tava chegando. — ele fala comigo, e sela minha boca.
— Oi amor.
Falei com o Ghard, e o Tico falou com a Nique.
— E esse bonitão aí. — ele fala com voz de neném e acredito que estava brincando com o cachorro. — É teu, cunhada?
— É teu, amor. — respondo e a Nique ri junto da minha sogra e do meu cunhado.
— Ah, que isso viado... é mentira, né? — ela fala animado. — Ôh preta, valeu muito. Muito lindão ele, mano. Fala, pivete.
— Conseguiu o que queria hein. — Ghard fala fazendo a minha sogra concordar.
— Quando a vizinha falou que tinha uns filhotinhos de cachorro, a Lia correu pra lá pra querer pegar um pra você.
O Tico ficou paparicando o cachorro, escolheu nome, e depois de um tempinho a Nique e o Ghard foram embora. Fui com o Tico comprar as coisinhas do Sete, e tirei a conclusão que esse cachorro ia ser o mais mimado do mundo.
Na loja, o Tico comprou até coleira com o nome do cachorro gravado. Depois que ele comprou tudo, voltamos pra casa.
Ele já chegou ajeitando tudo, arrumou o cantinho do cachorro no quarto
Mesmo com a caminha dele no quarto do Tico, ele só queria deitar na cama junto com a gente, e o Thiago mimando horrores.
— Deita perto da tua mãe, pivete. Vou lá embaixo pegar o lanche. — ele fala levantando e indo buscar o lanche.
Fiquei aqui com o cachorro, e demorou nada o Tico voltou com nosso lanche e o petisco do cachorro.
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CAPÍTULO POR THIAGO. 📍 SÃO PAULO — SP. UNS DIAS DEPOIS.
— Não, Tico. — ela reclama toda manhosinha e eu dou risada selando a boca dela.
— Para, vida... sempre é eu, é tua vez.
— Não, olha... cê começa a massagem, depois eu faço em você... por favor. — ela faz bico e eu respiro fundo perdendo a "briga".
— Cê faz muita manha, e eu te mimo, né filha? — ela ri toda bobinha. — Por isso que tu é desse jeito.
— Reclama, mas você que mima. — ela se solta dos meus braços e deita na cama. — Vai, faz massagem.
Me ajeito e antes de colocar o cabelo dela pro lado, eu reparo que ela tirou as pontas do cabelo.
— Cê tirou as pontinhas do cabelo né, vida? — olho pra ela que tava com o rosto de lado, sorrindo grandão.
— Cê notou? Tirei só as pontinhas mesmo, o mínimo do mínino.
— Antes batia aqui... — toco na direção que o cabelo dela batia antes. — Foi pouquinho, mas eu notei, eu noto os mínimos detalhes, ainda mais se tratando de você.
— Ai, você é lindo. A Disney sofre porque esse príncipe, só tem no meu exclusivo conto de fadas... só eu tenho. — dou risada junto dela.
— Vai sei dahora, geral junto no natal. — ela assente.
Ficamos conversando sobre o natal, e sobre o ano novo até ela querer ir comer alguma coisa. Descemos e ela foi pegando os pratos e os talheres enquanto eu pegava as panelas quentes pra colocar na mesa. Ficava felizão em vê ela adaptada com as paradinhas aqui de casa.
Sentamos pra comer, e eu comecei a colocar nossa comida.
— Já tá adaptadona com as paradinhas aqui de casa... — falo colocando o prato na frente dela. — Já pode até vim morar aqui... — falo num tom mais baixo, enquanto coloco o talher na mão dela.
— Ei... — ela fala rindo, e eu ri junto. — Muito cedo esse papo, né?
— Se tratando de nós, não acho que um papo de futuro seja muito cedo. — ela sorri toda boba, e é difícil pra caralho não sorrir junto.
— Cê não tem noção de como eu me sinto quando escuto você me incluindo no seu futuro.
— Tenho pô, da mesma forma que eu sinto quando escuto vindo de você. — ela ri assentindo.
— Quem diria que a gente ia ficar junto, né?
— Se me falassem, eu não acreditaria.
— Eu às vezes me pego pensando, cê nunca nem me viu, nem sabe como eu sou...
— Isso não é importante, eu sei como você é pelas suas atitudes... E você é incrível. — ela sorri. — E eu te enxergo... te enxergo com olhos da alma que valem mais que as lentes corretoras. — ela fala sorrindo e se aproximando. — Eu te enxergo com os olhos do coração, vida.
Sorri sentindo meu coração acelerado, e eu tava emocionadão, nada diferente dela que tava com os olhos marejados pra caralho, sorri secando meu rosto por causa das lágrimas e fiz o mesmo com ela.
— Eu amo você, se ligou? Eu amo você. — seguro o rosto dela e selo nossos lábios.
— Eu amo você.
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