CAPÍTULO DOZE. CAPÍTULO POR CECÍLIA. 📍 SÃO PAULO — SP. UNS DIAS DEPOIS.
Sai do banho, e fui devagarinho até minha cama, a Nique ficou de finalizar meu cabelo, e eu estava esperando ela. Meu celular tocou, e depois de delizar o dedo algumas vezes pela tela, o toque parou, levei o celular no ouvido e logo ouvi a voz do Thiago.
— Lia... tá ouvindo?
— Oi, tô sim. Pode falar. — respondo.
— Não é nada, só liguei pra ouvir tua voz mesmo. — ri sentindo meu coração dar uma aceleradinha, e um geladinho no estômago.
— Oi Tico. — ele solta uma risadinha.
— Te falar uma parada... eu gosto pra caralho quando cê me chama assim.
— É?
— É, pô. — ri e o silêncio ficou por uns segundos. — Como você tá? Tá tudo bem?
— Eu tô bem. E você? Como que tá aí?
Ele me respondeu contando tudo, sobre o dia dele lá, o show, e até onde tinha ido com os amigos.
— E você aí, como que foi o teu dia?
Contei pra ele como tinha sido, e assim que eu terminei ele continuou em silêncio me fazendo estranhar.
— Tico? — chamei por ele que respondeu. — Você ficou quieto, achei que a ligação tinha, sei lá...
— Não... não. — ele ri e eu pelo tom da voz eu imagino muito, ele todo sem jeito e balançando a cabeça negando. — É que eu... eu viajo ouvindo tua voz, o tom da tua voz é uma parada que eu me amarro em ouvir.
Meu corpo reagiu com a típica sensação conhecida por muitos, as borboletas no estômago, coração aceleradinho e o sorriso bobo estava no meu rosto.
Ficamos conversando mais um pouco, onde rendeu altas risadas, e altos assuntos como sempre.
— Eu vou adiantar uns bagulhos aqui, e mais tarde a gente se fala... pode ser? — ele fala e eu escuto barulho de algumas coisas, como se ele tivesse já fazendo o que tinha que fazer.
— Tá bom, mas tarde a gente se fala sim. Beijo.
— Beijo, Lia. — ele encerrou a ligação depois disso.
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CAPÍTULO POR THIAGO. 📍 SÃO PAULO — SP.
Cheguei na casa de show, e fiquei daqui mexendo no Instagram, parei nos storys da Nique e vi que ela e a Lia tinham saído, no vídeo a Nique tava gravando a Lia que estava com uma flor na mão.
— A Lia foi cantada por um molequinho que aparenta ter uns sete anos, ali... ganhou flor e tudo. — ela fala mostrando a Lia segurando a flor. — Esse aí tá querendo competir com o nosso amigo da flor de guardanapo. — a Lia abriu um sorrisão lindo e gargalhou me fazendo rir junto.