capítulo vinte e sete

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CAPÍTULO VINTE E SETE.
CAPÍTULO POR CECÍLIA.
📍 SÃO PAULO — SP.

Estava no estacionamento do aeroporto junto do Tico, da minha mãe que iria comigo, e da Nique que veio se despedir. Uma pilha de nervosos estava mais tranquila que eu desde ontem.

Os três conversavam entre eles e eu estava quieta, ao lado do Tico que não saiu de perto de mim essa semana. Fiz todos os exames que precisavam ser feitos pra que quando eu chegasse em Londres, tudo estivesse meio caminho andado.

Fiz os trâmites todinhos com a minha mãe, e sentamos ali aguardando a chamada so vôo. A minha mãe e a Nique estavam conversando entre elas, e eu senti o Thi segurando nossas mãos as entrelaçando.

— Tá tudo bem, tá? — ele fala baixinho perto de mim e eu respiro fundo assentindo.

Respirei fundo algumas vezes e nessa não aguentei segurar o choro que estava estalado, e chorei baixinho quando ele me abraçou escondendo meu rosto no pescoço dele.

— Não chora, por favor. Não chora. — ele seca meu rosto e sela minha boca. — Quero você feliz, tá?

— Eu tô com medo. — falo baixinho.

— Não precisa. Cê já fez todos os exames, ele vai olhar e vê se você pode fazer a cirurgia. — ele responde no mesmo tom. — Se você for fazer, cê vai ficar mais um tempinho lá, e voltar depois da recuperação.

— E se não?

— Eu vou tá aqui te esperando. — ele beija meu rosto.

Fiquei abraçada com ele, até o vôo ser chamado, e foi horrível me despedir dele e da Nique. Na última chamada, minha mãe e eu fomos.

Fizemos onque tinha que ser feito, entramos, e nos acomodamos no nosso lugar. Fechei os olhos sentindo a minha mãe segurar minha mão, e eu sorri fazendo um carinho.

— Obrigada por está aqui comigo.

— Sempre, minha menina. — ela beija minha mão e eu deito no ombro dela.

Não posso contar muito do vôo, já que dormi praticamente o tempo inteiro

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Não posso contar muito do vôo, já que dormi praticamente o tempo inteiro. Chegamos em Londres, e logo fomos pro apartamento onde ficaríamos hospedadas. Depois de ajeitar nossas coisas, tomar banho e comer algo, eu pedi pra ligar pro Thi.

Minha mãe me entregou o celular e saiu do quarto indo pro dela, e não demorou pra eu ouvir a voz dele.

— Oi amor... coé viado, pera aí. — ele fala com alguém e logo a falação some. — Fala, preta.

— Liguei pra avisar que tá tudo bem.

— Sua mãe mandou mensagem avisando que cês tinham chegado aí. — silêncio. — Tá suave?

— Uhum, tá tudo bem. — respondo. — Minha mãe disse que o apartamento é lindo, e muito chique. — ele ri. — Sabe que não precisava, né?

— Óbvio que precisava, conforto pra vocês. — ele pontua. — Já tão longe, e só vocês duas aí, ficar num lugar paia ia ser foda.

Amar | VEIGH.Onde histórias criam vida. Descubra agora