capítulo trinta: último capítulo

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CAPÍTULO TRINTA.
CAPÍTULO POR CECÍLIA.
📍SÃO PAULO — SP.
DOIS MESES DEPOIS.

Cecília e Thiago estavam deitados na rede, enquanto conversavam sobre o destino da vida.

— No dia que a gente se conheceu, eu não tava nenhum pouco afim de sair de casa.

— Graças a Deus, e a Nique, que você saiu.

— Mas se não fosse naquele dia, seria em outro...

— Mas a gente ia se esbarrar, né? — assenti para a pergunta dele. — E sabe porque eu acredito nisso? — ele pergunta, e eu balanço a cabeça negando. — Porque tu é a mulher da minha vida, tinha que ser e é você, pra sempre.

— Ai, eu te amo tanto. Sério, te amo muito.

Ele sorri e me beija, depois de afastar ele suspira nervoso, e eu fico confusa sem entender.

— E seguindo essa lógica toda desse papo... — ele se estica e pega alguma coisa debaixo do travesseiro dele.

Ele voltou a virar pra mim, e eu vi na mão dele duas caixinhas, uma de aliança e a outra uma pequenininha de madeira.

Olhei pra ele já quase não conseguindo segurar o choro, e ele riu deixando as lágrimas dele cair. Ele coçou a cabeça e riu se aproximando de mim, todo sem jeito, e nervoso.

— Abre essa primeiro? — me entrega a de madeira e eu pego concordando, abri e dentro tinha uma chave. — Quero dá esse passo primeiro contigo, é tudo o que eu mais quero, sem brincadeira, mano... quero morar contigo, ter nossa vida, nosso lugarzinho... comprei uma casa pra nós, pra nós viver da melhor forma. — chorei assentindo várias vezes seguidas, me aproximando indo pro colo dele e abracei ele, muito forte. — Cê quer isso, vida?

— Quero, amor. Eu quero muito, tudo com você, Tico. Tudo, tudo, tudo, tudo... — ele ri apertando o abraço.

Ele afasta o abraço e sorrir pra mim, e levanta a outra caixinha. Peguei e abri vendo duas alianças de noivado.

— Esse era pra ser o primeiro passo, mas eu mudei as paradinhas tudo. — ele ri e eu ri junto com ele, chorando sem parar.

— Ai, amor... — ele ri e segura meu rosto fazendo um carinho enquanto me olha.

— Casa comigo? — pergunta baixinho e eu não consegui não sorrir, enquanto assentia várias vezes seguidas.

— Sim, sim pra quantas vezes você me perguntasse isso... — ele sorrir e sela minha boca várias vezes. — Eu te diria e te digo sim, quantas vezes fosse e quantas vezes for preciso.

— Eu te amo.

— Eu te amo.

CAPÍTULO POR CECÍLIA

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CAPÍTULO POR CECÍLIA.
📍 SÃO PAULO — SP.
MESES DEPOIS...

— Conseguiu? — pergunto a Nique que assente. — Agora como os meninos ficaram com o local, não falta mais nada.

Amar | VEIGH.Onde histórias criam vida. Descubra agora