Cap. XIII

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Faz um tempo que eu não vejo Rodolffo.   Ele sempre manda mensagens a perguntar como estou de se preciso de alguma coisa e como sempre eu respondo que estou bem e não,  não preciso de nada.

Hoje ele veio.  Estranhei quando regressei do trabalho e o vi dentro do carro à minha porta.

Assim que me viu, saiu do carro e veio ter comigo.

- Passa-se alguma coisa,  Rodolffo?

- Não.   Hoje é dia da foto.

- Ah!  A foto.  Tinha esquecido.

- Se não quiseres, volto amanhã.

- Não.   Já que estás aqui vamos fazer.  Espera só eu tomar um banho.

Preparei a roupa que eu ia usar e fui para o banheiro.
Quando vesti a roupa que eu própria tinha comprado para o acto, olhei-me ao espelho e pensei em tirá-la imediatamente.

- Estás pronta?

- Estou, mas tenho dúvidas na roupa.

- Sai daí para eu ver.
Puta merda, Juliette! Isso é para lascar qualquer um.

- Deixa.  Vou trocar.

- Não,  não.  Estás linda assim.  Só que isso, né?  Deixa pra lá.  Senta-te aqui e coloca a cabeça para trás.

Conforme inclinava a cabeça para trás deixava os peitos mais empinados e salientes naquela camisola transparente e que apenas cobria metade da barriga deixando as coxas desnudas.

Com o tamanho da barriga a calcinha ficava invisível, dando a sensação de que ela simplesmente não existia.

Fiz algumas  fotos dela em várias poses e quando terminei ela vestiu o robe.

- Pronto.  Trabalho feito,  vou embora.

- Espera, Rodolffo.

Segurei na mão dele e sentámos na cama.

- Porque não vieste ver-me mais?

- Esqueceste que me mandaste embora?  Eu só não quero que estejas mal com a minha presença.

- Mas eu gosto da tua presença.  Eu gosto de falar contigo,  estar contigo,  só tenho medo de ir mais além.

- Medo de quê se tu queres tanto como eu quero?
Olha para mim é diz que é mentira.

- Não é.

- Então vamos amar-nos, disse ele enquanto procurava a boca dela ao mesmo tempo que lhe descia o robe.

- Estás tão linda hoje.  Estas camisolas deixam qualquer um em ponto de rebuçado.

Enfiei as mãos por baixo da camisola e retirei-a deixando apenas a calcinha.

Comecei dando beijos na boca, no pescoço e logo passei e abocanhar um dos mamilos enquanto estimulava o outro com a mão.

Desci para a barriga e ali fiquei beijando e roçando com a face enquanto uma das mão descia até à calcinha.

Fiz menção de tirar e olhei para Juliette que de olhos fechados se contorcia e gemia de desejo.  Ela não pediu para parar e eu continuei a dar-lhe prazer até achar que estava pronta para mim.

Posicionei-me enquanto a beijava e lhe dizia coisas só ouvido e fui metendo.  Juliette soltou um gemido quando entrei completamente que eu logo abafei com um beijo.

Tentei ser o mais dócil possivel.  A barriga dela já atrapalhava um pouco e por isso é necessário ir para as alternativas.  Penso que foi prazeiroso para os dois a olhar para a reacção dela.

Ficámos deitados lado a lado, ofegantes e felizes.  Ela veio para cima do meu peito e soltou um "obrigada"

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