𝐂𝐚𝐫𝐫𝐢𝐞 𝐌𝐢𝐥𝐥𝐬 | onde Carrie tem que lidar com toda a história do caratê se quiser ter uma adolescência normal em Los Angeles
𝗛𝗮𝘄𝗸 𝗮𝗻𝗱 𝗧𝗵𝗲 𝗖𝗼𝗯𝗿𝗮 𝗞𝗮𝗶'𝘀
☠🥋
ᵃ ᵖᵃʳᵗⁱʳ ᵈᵃ ˢᵉᵍᵘⁿᵈᵃ ᵗᵉᵐᵖᵒʳᵃᵈᵃ
• . @𝑐𝑜𝑏𝑟𝑎𝐾𝑎𝑖 𝑎𝑙𝑡𝑒𝑟𝑛...
Ops! Esta imagem não segue nossas diretrizes de conteúdo. Para continuar a publicação, tente removê-la ou carregar outra.
﹌﹌﹌﹌﹌﹌﹌﹌﹌﹌𓍢ִ໋🥋﹌﹌﹌﹌﹌﹌﹌﹌﹌﹌
— A VIDA NEM SEMPRE É JUSTA. As vezes, o mundo é cruel, e por isto, têm de aprender a serem cruéis vocês mesmos. A luta na escola foi uma vergonha! Perderam soldados, e perderam a batalha! — Carina escutou de Kreese, junto com o resto da turma. — Diaz era um de nós, o que fizeram com ele, fizeram com todos aqui. E vamos revidar, não vamos ter compaixão!
Mais uma vez, Eli conseguiu ser convincente o suficiente para fazê-la pisar os pés naquele dojô de novo. Só de pensar que teria que chamar aquele velho de sensei, embrulhava seu estômago. Aquele não era seu sensei. Aqueles não eram ensinamentos de Johnny. Aquilo tudo não estava certo. E aquelas duas horas que teve que passar ouvindo aquelas baboseiras só demonstravam mais o seu pensamento. Mas era importante para Eli ter ela ali, ao seu lado, e talvez também deveria dar uma chance para essa nova fase do dojô, como sua mãe já disse.
Antes de entrar no box do banheiro do vestiário para se trocar, Carina sentiu seu telefone vibrar, mostrando ser sua mãe. Ela atendeu às pressas, principalmente sabendo que estava em plantão no mesmo hospital de Miguel.
— Alô, mãe? Está me ouvindo?
— Filha, olha aqui quem tem uma surpresa para você. — ela disse brevemente no telefone, dando uma pausa antes que Carina conseguisse ouvir algum barulho novamente. — Carrie...
Aquela era a voz de Miguel, um pouco fraca, mas ainda estava ali. Ele dizia o nome dela de forma arrastada, mostrando um esforço enorme para conseguir que ela a ouvisse pelo viva-voz do celular de Ali. Ela não conseguia acreditar que voltaria a ouvir a voz do amigo.
— Miguel! Ah meu deus, eu não acredito! Como você está? Com muita dor? Quando eu posso ir até aí te visitar? Estou com tanta saudade.
— Carina, oi, é a Carmen. O Miguel não consegue falar muito ainda, os remédios que ele toma são bem fortes, e ele acabou de acordar de um exame. Mas ele está melhorando, graças a deus. Não consegue mexer um músculo sequer, mas está progredindo. Claro que, sem a sua mãe, nada disso estaria acontecendo, ela está se esforçando aqui com a gente. — a mulher explicou, tentando manter a voz calma e doce de sempre. A tia Carmen sempre foi um amor de pessoa, a mais calma nas piores situações. — O horário de visitas dele amanhã é as 14, se quiser passar por aqui, ele vai adorar ver você.
— Perfeito! Amanhã, as 14, vou ver se Eli quer ir conigo. Muito obrigada, Tia Carmen, e manda um beijo no Miguel. — cumprimentou Carina, desligando o telefone. Mal podia esperar para contar a notícia para Eli. Aparentemente, todos estavam reunidos no tatame, examinando alguma coisa que Kreese segurava nas mãos, mas que ela não conseguia ver.