XXXII. car wash

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CARINA SAIU DO HOSPITAL COM UMA sensação estranha que cobria seu corpo, como se ela sentisse algo muito pior se aproximando dos dois. Eli destrancou o carro e abriu a porta para a namorada antes de se sentar no banco do motorista, ele parecia quieto demais.

— Eli — ela o chamou, quando percebeu que ele não ligou a ignição do carro. O menino tinha as duas mãos no volante, mas seus pensamentos pareciam estar tão perdidos que ele não se ligou em começar a dirigir de fato.

— Oi. — ele respondeu, uns bons dois minutos depois, balançou a cabeça como se estivesse afastando algum pensamento da mente. — Pode falar, amor.

— A ignição. — ela apontou com a cabeça para o painel do carro, que piscava uma luz vermelha. Ele logo percebeu o que havia deixado de fazer e deu partida no carro, acelerando pelas ruas de Los Angeles. — Acho que eu vou dar uma ligadinha pra Tory quando chegar em casa. Não falo com ela desde o acidente

— Você não falou nada com ela? — ele questionou, não desviando os olhos atentos da rua.

— É que com a volta das aulas eu... sei lá, acabei me perdendo na escola. Mas eu me sinto uma péssima amiga de não ter dado tanto apoio pra ela. Sabe, Eli sinto que ela não está bem com o que aconteceu, sabe? — Carina respirou fundo, tentando afastar aquela preocupação da mente e se distraindo com os carros passando de um lado para o outro na avenida. — Ah, você viu esse negócio que vão fazer amanhã? Pra levantar fundos pra cirurgia do Miguel?

— Ah sim, eles quase matam o Miguel e agora querem levantar fundos para fazer caridade? Pff, o Miyagi-Do é ridículo mesmo. — Eli soltou um risinho sarcástico, travando o maxilar. Algo parecia a dizer que ele não gostou nada da ideia. — Não me diz que você gostou da ideia, amor. Não é porque você saiu do Cobra Kai que precisa confraternizar com o inimigo.

— Não, claro que não... — ela disfarçou do namorado o fato de realmente estar cogitando aparecer no lugar combinado para ajudar o melhor amigo. Ao notar que estavam chegando em seu prédio, ela soltou o cinto de segurança. — Se deus quiser, essa é uma das últimas noites nesse apartamento. Minha mãe já até começou com o processo de mudança! Agora, tenho que ir, boa noite, amor.

— Dorme bem, princesa. Te amo. — ele disse, se abaixando um pouco para conseguir a enxergar parada na calçada da rua. Ele mandou um beijo no ar antes de acelerar o carro e ir embora.

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— Tory! Até que enfim! Eu tô tentando ligar faz meia hora! — Carina correu e pulou na cama, pronta para as horas de ligação que ficariam juntas. — Como você está?

Vai pro banho, Andrew! — ela gritou no fundo, com o irmão mais novo, depois voltou ao telefone. — Oi Carrie, é, eu acabei me atrapalhando por aqui, mas estou indo.

|| 𝐘𝐎𝐔 𝐆𝐈𝐕𝐄 𝐋𝐎𝐕𝐄 𝐀 𝐁𝐀𝐃 𝐍𝐀𝐌𝐄                   𝗵𝗮𝘄𝗸 𝗳𝗮𝗻𝗳𝗶𝗰𝘁𝗶𝗼𝗻 Onde histórias criam vida. Descubra agora