|Capítulo 51|

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P.O.V Narradora

A música ecoava pela casa Cullen, preenchendo cada canto com uma alegria vibrante que contrastava com as semanas sombrias que haviam marcado a vida de Abby. Luzes piscavam sobre a pista improvisada, e risos podiam ser ouvidos de todos os lados. Pela primeira vez em muito tempo, a ruiva estava realmente sorrindo dançava com Embry no meio da sala, os dois rindo e girando no ritmo de uma música animada dos anos 80.

Charlie estava encostado próximo à lareira, com um copo de refrigerante nas mãos. Seus olhos, atentos, estavam fixos na filha. Um pequeno sorriso se formava em seus lábios enquanto ele observava Abby jogar a cabeça para trás de tanto rir ao tropeçar de leve durante a dança. Ela se equilibrava nos braços de Embry, que a segurava com cuidado, como se cada movimento dela fosse precioso demais para deixar cair.

— Parece que o peso que ela carregava finalmente foi embora, — disse Carlisle, aproximando-se e ficando ao lado de Charlie. Seus olhos também estavam voltados para a cena no centro da sala.

Charlie respirou fundo, mas não respondeu de imediato. Havia alívio em sua expressão, e também um leve traço de emoção.

— Ela tá viva de novo. — respondeu por fim, a voz carregada de sentimento. — Era isso que eu queria. Só isso.

Carlisle assentiu compreensivo e colocou a mão no ombro do amigo.

— O Dean, aquele meu amigo advogado, chega em Forks em dois dias. Disse que vai cuidar pessoalmente do caso da Abby e que já está preparando os documentos para dar entrada no processo.

Charlie apenas concordou com a cabeça, mas seus olhos continuaram presos à filha como se quisesse memorizar cada segundo daquela cena.

—Obrigado, Carlisle... por tudo.

Enquanto isso, no centro da festa, uma cena improvável se desenrolava: lobos e vampiros se divertindo. Paul e Emmett estavam competindo no canto da sala para ver quem conseguia levantar uma mesa de madeira com mais facilidadeo que, claro, rendeu gritos e apostas improvisadas oelos meninos.

— Tá com medo, lombo? — provocou Emmett, rindo.

— Medo de você? Só se for de te ver dançando.— retrucou Paul, arrancando gargalhadas de Jacob e Sam.

Seth, curioso como sempre, estava ao lado de Edward e Bella fazendo uma enxurrada de perguntas.

— Mas tipo... se alguém pensa em outra língua, você entende? E se pensa em imagens, como funciona?

Edward riu levemente e respondeu com paciência:

— Eu não leio a língua, Seth. Eu leio a intenção. A imagem mental, os sentimentos por trás. É mais complexo do que parece.

— Tipo até se eu tive pensando safadeza?

Bella olhou para os dois e apenas balançou a cabeça, divertindo-se com o entusiasmo de Seth.

𝗜𝗠𝗣𝗥𝗜𝗡𝗧𝗜𝗡𝗚 | 𝙀𝙢𝙗𝙧𝙮 𝘾𝙖𝙡𝙡Onde histórias criam vida. Descubra agora