》S/n《
Eu:Se sente melhor?
Limpo uma lagrima solitária que desceu por sua bochecha rosada. Ele me olha, os olhos adoravelmente inchados, quase o impedido de enxergar. Ele mordisca seus lábios igualmente inchados.
Nj:Desculpa.
Ele pede, a voz carregada de timidez. Me levanto da lombada que separa o piso da grama, limpando minhas nádegas. Ele me olha, confuso.
Eu:Me espere aqui por um segundo. - O peço. - Não fuja, mesmo que me odeie.
Caminho em direção a porta.
Nj:Não, eu não...
O ouço pela metade ao atravessar a porta. Vou correndo em direção ao estacionamento, meu coração a mil por hora, o rosto vermelho, o nó preso na minha garganta. Abro o meu carro, pego a pequena caixinha de primeiro socorros no porta-luva, saiu, compro uma bebida de melão gelada na maquina.
Volto, parando na porta para respirar um pouco antes de abrir, tentando fingir que não estive em uma maratona esse tempo todo. De olhos fechados, peço mentalmente para que ele ainda esteja onde o deixei.
Abro a porta, vendo-o cutucando a grama com um graveto seco e fino. Me aproximo dele chamando sua atenção.
Eu:Isso é para você. - O entrego a bebida gelada. - Coloque em cima dos seus olhos pra desinchar mais rápido.
Abro a maleta, virando meu corpo em sua direção. Ele me olha com a lata no olho direito.
Nj:O-o que vai fazer?
Eu:Cuidar desse machucado. De fato, você precisa que alguém te ensine a por um curativo. - Sorriu. - Desse jeito vai deixar uma cicatriz.
Devagar, retiro o curativo de sua testa. Ele faz uma careta, preocupando-me.
Eu:Doeu muito? Deixa eu assoprar pra passar.
Assopro devagar, sentindo seus olhos em mim e no que faço. Suas bochechas estão a ponto de explodir de tão vermelhas.
Eu:Melhor? - Olho para seu rosto, atrás de uma expressão melhor.
Ele concorda de leve com a cabeça, quase não deu pra perceber.
Eu:Ok! Vou passar uma pomadinha pra cicatrizar melhor. Não dói nada. Não se preocupe. - Coloco um pouco da pomada na ponta do indicador e a arrasto sobre o corte. - Jesus! O que aconteceu aqui?
Afasto, limpando meu dedo com um algodão. Ele está todo encolhido no seu mundinho. Um garoto tão grande e largo está tão pequeno agora, a ponto de caber na palma da minha mão.
Nj:O Jin...o meu irmão...jogou uma luz na minha testa quando o vi sendo estranho. Acabou quebrando o meu óculos e me cortando. Está tudo bem agora...não dói mais...
Ele fala baixo, contido, diferente de minutos atras em que estava berrando na minha cara.
Eu:Ele pediu desculpas por isso?
Abro um curativo menor e mais discreto, perfeito para o corte.
Nj:Na-não...-engole em seco, chateado.
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MY BABYS [BTS] ~+18
FanfictionClassificação para +18 Dona de empresa, professora, boa saúde mental (ou quase), física e bancária. Quem acreditaria que aquela mulher de 1,90 podia ser um demonio completo. A melhor, sempre primeira opção, nunca a segunda (ela não aceitava), nunca...
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