Capítulo Vinte e Quatro

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-- ANA! - Eu grito e me agacho onde, ela está  caída ao lado da privada. -- Pelo amor de Deus, Ana fale comigo. 

Começo a dar tapinhas em seu rosto, e sussurrar para ela "acorde por favor". Meu Deus, eu sei que nesses últimos dias tenho lhe pedido muitas coisas, mas por tudo que seja mais sagrado nessa vida faz ela recobrar a consciência. 

-- Vamos baby, acorde por favor, não me deixe. - Pego ela em meu colo e saiu do banheiro correndo. 

-- TAYLOR! - Grito, enquanto deito Ana na cama. -- TAYLOR! - Ele aparece, em meu segundo grito.

-- Senhor Grey? - Ele pergunta de prontidão.

-- Ande Taylor, prepare o carro vamos levar Anastásia para o hospital agora. - Digo sem nem olhar para ele. 

-- Imediatamente senhor. - Taylor se retira, do quarto praticamente voando. 

Ande baby, fale comigo por favor!! Eu estou desesperado, não faz nem 24 horas que eu e ela fizemos as pazes definitivamente, e tivemos uma noite de amor maravilhosa, meu Deus? será que eu a machuquei ou machuquei nosso blip? Se for isso, eu nunca vou me perdoar. 

-- Anastásia, meu amor acorde... - Eu peço em um sussurro e chorando eu a pego no colo e saiu do quarto. 

-- Senhora Jones? - Chamo, ela que está de costas para mim. 

-- Sim, - Ela diz se virando. -- Ai meu Deus, Senhor Grey o que aconteceu? - Ela fala com as mãos na boca.

-- Não tenho tempo Gail, por favor ligue para a minha mãe e avise que estamos indo para o hospital em que ela trabalha, depois ligue para a doutora de Ana e peça para nos encontrar lá. - Disparo as palavras e me viro em direção ao elevador, aonde Taylor já está me esperando. 

-- Claro. - Escuto Gail, dizer já entrando no elevador. -- E por favor me deem notícias. - Escuto ela pedir, enquanto as portas do elevador se fecham. 

Nunca demorou tanto para chegarmos a garagem, Taylor abre a porta de trás para mim e eu coloco Anastásia, deitada no banco, dou a volta e entro pela outra porta lateral, coloco sua cabeça em meu colo e Taylor sai as pressas rumo ao hospital.

Durante todo o caminho, vim rezando para Anastásia e nosso pontinho ficarem bem, eu fiz uma promessa para mim mesmo, se ela ficar bem eu não toco nela até o fim da gravidez. Eu sei que foi culpa minha, então por favor faça ele ficar bem meu Deus. 

Chegamos ao hospital e na frente já está uma equipe médica liderada por mim minha mãe. Descemos do carro e imediatamente a colocam na maca.

-- O que houve Christian? - Minha mãe vem em minha direção, enquanto caminho atrás da maca. 

-- Depois mamãe, agora por favor cuide dela. - Eu falo aos prantos e continuo seguindo a maca.

-- Aqui o Senhor não pode entrar! - Uma Senhora gorda e branca exclama para mim. 

-- O que?? - Eu falo irritado.

-- Somente a equipe médica pode entrar, enquanto nós cuidamos de sua esposa o Senhor pode fazer a ficha dela. - A Senhora me responde.

-- EM HIPÓTESE ALGUMA, EU VOU DEIXAR MINHA ESPOSA SOZINHA, EU VOU ENTRAR NESSA PORRA! - Eu jorro as palavras para ela, tentando adentrar a sala de emergência.  

-- Christian! - Ouço, minha mãe exclamar.  -- Você fica aqui, nós cuidamos de Anastásia. 

-- Mas mamãe... - Ela me interrompe.

-- Nem mais, nem menos vai fazer a ficha de Anastásia, enquanto nós cuidamos dela. Agora é comigo e eu te prometo, que eu vou cuidar dela e ela irá ficar bem! - Minha mãe me diz, beijando minha bochecha. 

Eu apenas assenti, enquanto fuzilava  aquela enfermeira nojenta com o olhar. Minha mãe entra na sala de emergência e eu vou rumo ao encontro de Taylor, que já havia começado a fazer a ficha de Ana. 

Meus Deus, que demora ninguém aparece para dar notícia, já perdi as contas de quantas vezes já tentei entrar naquela sala de espera e o segurança me impediu, estou praticamente furando um buraco no chão de tanto ir até o balcão de informações, para ver se há notícias de Ana.

Estou indo em direção ao balcão novamente, e a moça olha para mim de cara fechada.

-- Senhor, ainda não temos nenhuma informação, por gentileza peço que se acalme, o Senhor gostaria de uma água ou até mesmo um chá de camomila? - Ela me pergunta. 

-- Não. - Respondo secamente. 

Taylor está, sentando na cadeira da ponta onde fica de frente, para o segurança que foi posto na porta da sala de emergência, por minha causa. Olhando para Taylor, me lembro de uma pergunta que queria fazer faz um tempinho. 

-- Taylor? - Chamo.

-- Pois não? - Ele responde se levantando.

-- A Dr. Greene, ainda não chegou? - Falo irritado.

-- Já sim, praticamente junto conosco, o Senhor não deve ter visto pois estava conversando com a sua mãe. - Taylor me informa. 

Apenas assenti com a cabeça. Já se passaram uma hora e nada de notícias, quando estou me preparando para invadir a sala de emergência novamente, minha mãe sai de lá com cara de choro e vindo em minha direção, meu coração para. 




 Capítulo novinho pessoinhas, espero que gostem! 

Se gostarem já sabem né? DEIXEM SUAS ESTRELINHAS E COMENTÁRIOS. 


OBS: Oie amores, tudo bem com vocês? 

Tenho um convite para fazer, hoje eu postei o Prólogo da minha história, que foi feita com muito carinho, delicadeza, paciência e cuidado.  

Então eu convido vocês, a darem uma passadinha no meu perfil e ler minha nova obra: SIGA AS INSTRUÇÕES. 


Beijos e obrigada desde já <3 



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