-- Se lembrou dele? - Minha mãe pergunta, posso dizer que suprimindo um riso.
-- Claro... - Digo sem nenhuma emoção. Garanto a vocês que a minha mãe está segurando uma risada, Ana e Dra. Greene, nos olham curiosas.
-- Quem é esse? - Ana fala confusa.
-- O nutricionista! - Falo ironicamente.
-- Isso eu sei! - Devolve também ironicamente.
-- Bom. - Somos interrompidos por uma Dra. Greene sem graça. -- A minha parte aqui acabou, já receitei para Ana, algumas vitaminas e combinei com ela de quinta - feira, na primeira consulta do pré - natal, apresentar o Dr. Rogers, mas Senhor Grey, sinta - se a vontade se quiser outro nutricionista, ele foi apenas uma indicação minha, por trabalhar com todas as minhas pacientes.
-- Não vai ser preciso, confirme com o Dr. Rogers , que ele terá mais uma paciente. - Anastásia responde por mim. Eu mordo a língua e esboço um sorrido forçado para a Dra. Greene.
-- Sendo assim, te aguardo no meu consultório, na próxima quinta. - Dra. Greene, continua sorrindo sem jeito. -- Bom Dra. Trevelyan - Grey, por mim ela está liberada assim que terminar este soro, mas como foi a senhora que atendeu, saberá dizer a hora que pode dar a alta. - Dra. Greene, diz se virando para minha mãe.
-- Sim. - Minha mãe, sorri amigavelmente.
-- Bom, para todos vocês uma boa tarde. - Dra. Greene, se despede.
-- Boa tarde. - Cumprimentamos todos juntos, e Ana acrescenta. -- Me desculpe pelo incômodo, em um domingo de manhã.
-- Não é incômodo algum Senhora Grey, este é meu trabalho sempre que precisarem, estarei à disposição. - Responde, abrindo a porta e finalmente indo embora.
-- E quem é esse Adam Rogers? - Anastásia, questiona assim que a Dra. Greene se retira.
-- Andrew Rogers, e você vai conhece - lo quinta - feira. - Digo secamente.
-- Não venha com a sua ignorância, para cima de mim não Grey! - Ana bufa.
-- Ei, vocês dois estamos em um hospital. - Minha mãe nos repreende. -- E além do mais Christian, você está errado. Anastásia, precisa de repouso enquanto toma o soro e não de estresse por causa de ciúmes bobo. - Anastásia, sorri como uma vitoriosa. Até minha mãe? perdi todos para ela, mas também ela é um anjo.
-- Mas... - Tento protestar...
-- Mas nada! - Minha mãe me corta. -- Aqui é meu hospital, aqui eu mando. - Minha mãe diz autoritária, e posso sentir ela suprindo uma risada novamente.
-- Anastásia, você vai terminar esse soro e eu vou mandar as enfermeiras virem conferir sua pressão e batimentos cardíacos novamente e aí vai estar liberada, tudo bem? - Minha mãe, pergunta carinhosamente para ela.
-- Perfeitamente bem, mas não vai demorar muito para acabar o soro não né? - Ana, pergunta bocejando.
-- Umas meia hora. - Dra. Grace, informa. -- Da tempo, de você dar uma cochilada. - Mamãe, pisca para ela. -- Vamos Christian? - Minha mãe, fala me olhando.
-- Pra onde? - Pergunto surpreso. -- Sinto muito mãe, não vou sair de perto de Anastásia. - Acrescento.
-- Vou te passar, as instruções para cuidar de Anastásia e os horários de tomar as vitaminas. - Minha mãe me olha seriamente. -- E também, daqui a pouco ela vai ser liberada, é melhor descansar um pouco antes. Te prometo, que em dez minutos você pode voltar aqui.
-- Sendo assim, eu já volto tá baby? - Pergunto, olhando nos olhos de Ana.
-- Sim... - Responde, meio que piscando de sono. -- Daqui, eu não sairei. - Ela diz risonha.
Lhe dou um beijo na testa, e acompanho minha mãe.
-- O que foi? - Pergunto, meio que grosseiramente para a minha mãe, quando saímos.
-- Vamos nos sentar ali. - Minha mãe, fala apontando para as cadeiras logo a nossa frente. Seguimos até lá e sentamos.
-- O que foi? - Questiono novamente.
-- Christian. - Minha mãe diz duramente, já sei que vem bomba! -- Anastásia, está grávida ela não pode se estressar atoa, ou seja larga de ciúmes sem sentindo, ela está fraca e abaixo do peso, pelo o que me contou, não comia direito desde o acidente de seu pai.
Faço menção de falar, mas minha mãe não deixa.
-- Me escute primeiro. - Ela diz. -- Christian, vocês descobriam que vão ser pais recentemente, sei que deve ser assustador, me lembro como se fosse hoje, toda vez que eu e seu pai levávamos um de vocês para casa, e tantas brigas que eu e sei pai tivemos. - Olho surpreso, brigas? dessa parte eu não sabia.
-- Esse é o papel de marido e mulher, vai ter brigas e nós temos que saber, quais vamos enfrentar e quais vamos abrir mão. Meu Deus, e quando se tem filho aí que piora tudo, pensa Christian, são duas criações diferentes formando uma nova. - Ela me olha carinhosa.
-- Por isso eu te digo, não perca tempo com brigas bestas de ciúmes, Anastásia te ama e isso é praticamente escrito na testa dela, não há motivos para esses estresses bobos. - Ela afaga minha mão, enquanto escuto atentamente cada palavra. -- Eu estou tentando te dizer, que daqui pra frente tudo vai mudar, a vida de vocês dois vai girar em torno de um amor inexplicável. Tudo vai aumentar, o seu amor por ela, o dela por você, a rotina de vocês e tudo isso antes mesmo desse pontinho chegar. - Minha mãe aperta minha mão. -- Você me entendeu?
-- Sim, a prioridade agora é a saúde física e mental de minha mulher, para que o nosso pontinho nasça com saúde. Eu te prometo, que vou tentar não me estressar facilmente e não arranjar brigas bobas. - Respiro fundo. Digo tentar, porque eu conheço a mulher que eu tenho né? -- Mas Anastásia, é difícil, tem vezes que ela faz questão de me provocar!
Minha mãe solta uma gargalhada.
-- Querido, ela é mulher e o mais importante com personalidade, ou você queria uma pamonha? - Ela diz aos risos.
-- É eu sei, eu escolhi muito bem a Senhora Grey, ou melhor dizendo ela me escolheu! - Digo sabendo que é verdade, ela que me quis, ela que me tem, sou dela por inteiro.
-- Acho que na verdade, você se escolheram, ambos foram feitos uma para o outro, não consigo mais imaginar, Ana sem Christian e Christian sem Ana. - Minha mãe fala se levantando. -- Vamos, voltar? Acho que o soro, dela deve estar no fim.
-- Sim, vamos. - Respondo sorrindo e me levantando, estou emocionado foi uma conversa muito importante para mim. Para no meio do caminho, de volta para o quarto em que Ana está e falo.
-- Mãe? - Ela que está, a poucos passos na minha frente para e se vira.
-- Sim? - Me questiona.
Vou ao seu encontro e a puxo para um abraço, ela se assusta de inicio mas logo depois me abraça de volta, com cuidado.
-- Muito obrigada! - Exclamo sussurrando em seu ouvido, percebo uma gota em meu ombro.
Está aí, mais um capítulo...
Eu amo esse capítulo, quando eu estava escrevendo ele confesso que, meus olhos deram uma ardidinha hahaha!
Espero que gostem, e se gostarem já sabem né? DEIXEM SUAS ESTRELINHAS E COMENTÁRIOS.
PS: SE PUDEREM, DAR UMA PASSADINHA NO MEU PERFIL E CONFERIR, MINHA MAIS NOVA HISTÓRIA, FICAREI FELIZ!
Beijos <3
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Nosso Melhor Erro
FanfictionUma fanfic baseada na trilogia Cinquenta Tons de Cinza, mas precisamente no terceiro livro Cinquenta Tons de Liberdade. "E se a história fosse completamente diferente a partir de quando Ana diz essa frase: "Eu estou grávida" e Christian ter toda...
