3 f*ckin' VMA'S, porra!
Só sei sentir.
Em comemoração à sairavada de tiros disparados ontem estou antecipando a postagem. Votem/Favoritem sem dó, larguem esses dedos, não se acanhem, meninas e meninos. Vi que tem uns boys que estão acompanhando. Sintam-se acolhidos ;)
Espalhem pras amigas, pras crushs e até pras rivais. Vamos dividir o pão, manxs!
Capítulo cru e sem revisão. Portanto, se encontrar algum erro grosseiro, mete a vai e explana a autora, pode expor!
No mais, boa leitura!
XXX
Lauren POV
Depois de receber o cheque com a minha renda pelo serviço da caminhonete do Sr. Mitchell das mãos de Thomas e seguir com ele para o meu apartamento numa espécie de corrida maluca pelas ruas e avenidas que perfaziam o caminho, tomei um longo e relaxante banho que me aliviou bastante a tensão.
Eu estava esparramada no tapete da minha sala espancado bonecos virtuais através dos comandos de controle do console. Minhas pernas se moviam freneticamente enquanto eu descarregava, ou pelo menos tentava descarregar minha tensão acumulada naquele jogo. Thomas tecia comentários engraçados enquanto comia seu salgadinho e me observava comete um verdadeiro massacre virtual.
Fingia que aquilo me deixaria melhor, mas nem eu acreditava.
Eu estava o dia inteiro sem notícias de Camila, e o meu pensamento de que algo poderia ter acontecido a latina só me deixava mais perturbada. Peguei meu celular e decidi ligar para minha mãe. Talvez no final das contas, Thomas tivesse razão. Dona Clara era uma mulher sábia, ela poderia me dar uma palavra de conforto, uma luz, ou poderia me trazer mais confusão também. Entreguei o controle para o jovem esparramado em meu sofá, para que ele continuasse a jogar. Me dirigi à geladeira e procurei por uma cerveja. Na correria que foi toda essa semana eu mal tive tempo de abastecer minha despensa. Embaixo do freezer quase abandonada avistei uma garrafa e a puxei. Era uma cerveja sem álcool, nem me lembro em que situação ela veio parar aqui já que eu não era adepta desse tipo de bebida, mas era o que tinha pra hoje. Verifiquei a data de validade e constatei que estava dentro do prazo. Abri e tomei um gole. Nada mau!
Passei pela sala e avisei ao Thomas que iria fazer uma ligação da varanda. Ele prontamente pediu que eu mandasse um beijo para minha mãe. Era impressionante como aquele moleque me conhecia tão bem. Me encostei no peitoril e olhei em volta. Tomei um longo gole da tal cerveja zero e marquei os tão familiares números do telefone daquela que por muitos anos foi a minha casa e, que de algum modo, sempre seria.
- Boa noite. Eu gostaria de falar com a mãe mais linda do norte.
- Ora ora se não é a filha foragida. Está namorando tanto que não tem mais tempo para uma ligação para os velhos pais?
- Seria meu sonho??? - Respondi risonha.
- Faça algum sentido, Lauren Michelle. - Ela riu. - Vocês jovens e todos esses códigos.
- E onde está o capitão? - Perguntei pelo meu pai, como de costume me referindo a sua patente.
- Ih, filha! Saiu. Seu pai anda tão nostálgico. Esses dias estava mexendo na sua casa dos motores com lágrimas nos olhos. Recebeu alguns dias de folga e aproveitou para arrumar o quintal. Mexeu na sua casa, consertou os balanços, podou a árvore. - Tomei mais um longo gole da garrafa de cerveja que eu havia escorado na mureta da varanda enquanto ouvia a narração de minha mãe.
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Fire meet gasoline
FanfictionLauren Jauregui é uma aplicada estudante do curso de Engenharia Elétrica. Saiu de sua cidade natal para assumir uma vaga na Universidade do D.C, na condição de bolsista, mas também para esquecer um fato traumático ocorrido durante o ensino médio. In...
