Capitulo 16

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Theodore Verlad

Desci pro salão de festas e mal cheguei no lugar um segurança do príncipe mandou me dirigir até ele imediatamente. Ele é o príncipe Jorge Abdel filho único do rei Jorge e da rainha Elisa, eles são da realeza, eles detém o título, mas não vivemos mais numa mornaquia absoluta o nosso pais é democrático mas a familia real ainda é importante nas decisões.

Espero que não seja pra falar da minha Martina ela é só minha e de mais ninguém.

Chego onde ele está e o comprimento sem reverências somos velhos conhecidos ele sempre vem em minha casa, mas no último ano soube que ele estava viajando.

--- Théo sente por favor --- pede e eu me sento.

--- Então Jorge o que deseja ? --- vou direto ao ponto.

--- Não vou com arrodeios eu vou direto ao que quero é uma de suas meninas --- diz.

--- Pode ter todas quiser. Me diga quem é e eu mando trazer ela.

--- A dama de vermelho como disse que se chamava... É Martina --- diz pra minha não tão surpresa.

Pela conversa dos dois já pude imaginar que ele se interessaria por ela e concerteza iria querer a mulher mais bonita da festa que pro azar dele já é minha.

--- Sinto muito príncipe más essa dai é exclusivamente minha...

--- Estou disposto a me pagar o que quiser por ela --- diz me fazendo ficar sem resposta.

--- Martina vale muito príncipe --- entro no jogo dele.

--- Me peça o que quiser --- suplica.

--- Quanto está disposto a pagar por ela ?

--- Um milhão, dez ou cem. O que me pedir.

--- Muito pouco --- digo.

--- Um bilhão e não se fala mais --- diz com confiança.

--- É pouco príncipe. Minha Martina tem um valor muito alto, ela é insubstituível. Seu valor não tem estimação. Por favor não insista.

--- Entendi está apaixonado  por ela...

--- Não estou apaixonado por ninguém... Se não a vendo é porque ela me satisfaz se é que me entende.

--- Venda-me ela por uma noite. Apenas uma.

--- Minha resposta final é não vossa alteza --- me levanto e saio do seu camarote

Quem ele pensa que é pra tentar comprar minha Martina, ela pertence só a mim, eu sou e serei o único homem na sua vida, pra todo sempre, e ninguém vai tirar ela de mim, ninguém mesmo.

Volto pra festa e tento me distrair observando algumas garotas no polidance semi nuas o que não me anima nenhum pouco. O que Martina está fazendo comigo ? Porque ela me deixa tão louco por ela ? Ela é sua um menina, nem chega a ser um mulher das mais sex, mas sei jeito ousado, sua maneira de falar tudo o que pensa, seu medo de mim não a deixa ficar refém e submissa o que me deixa louco de desejo por ela.

Quando estamos transando e ela me olha daquele jeito, sinto como se ela fosse inteiramente minha a única mulher do mundo só pra mim, aqueles lindos olhos inocentes me olhando como se fosse apenas meu, com tanta ingenuidade, onde eu sei que apenas a mim pertençe.

O que ela faz comigo me deixa sem explicação. Ela me faz perde a vontade de espancar ela quando me irrita me deixa sem coragem pra esmagar ela, eu fico sem entender o quanto ela meche comigo, essa menina está usando algo comigo que nenhuma outra mulher usá, ela não é facil não se atira pra mim o tempo todo como essas vagabundas que conheço.

Deve ser isso que me excita o fato dela não me querer apesar de amar, segundo ela eu sou um monstro a deixo trancado a espancou e aprisiono ela, porque essa garota não entende que é minha e que nunca ficara livre de mim ? Seu gênio é forte de mais, me faz lembrar o Park. Será que ela é a menina perdida do acidente ? Não tem como jaz tanto  tempo.

O acidente ocorreu a exatamente desseseis anos, ou seja Martina tinha cinco anos, juntando tudo isso dá vinte e um anos, ela também disse que sua mae e seu pai eram Park e que ela podia ser inglesa. Juan me disse que ela não lembra muito do tempo que vivei com os pais, será que ele sabe da verdadeira identidade dela.

Preciso ligar pra alguém.
procuro meu celular nos bolsos e não encontro. Não dexei em casa, lembro de ter trazido pra cá , deve está no quarto, subo pra pegar. Adentro no comodo lentamente pois as luzes estão apagadas, apenas a luz do luar adentra no local. Onde eu dexei ? Deve está na poltrona lembro de ter deixado lá, passo a mão na poltrona e não encontro, resolvo acender a luz, meu olhar se volta pra Martina dormindo como um anjo, e meu celular ao lado dela. Caminho rapidamente onde ela está a primeira que coisa que olha são as chamadas e as ligações feitas. Feslismente ela não ligou pra policia, claro que não ela não sabe falar o idioma local desse pais.

Droga.

Várias chamadas da Duda, que saber se dane vá pro inferno...

Pensando bem a olhando assim ela me lembra o Park, sim os mesmos olhos azuis, a boca vermelha e o sinal nas costas dela, parece muito com o que o Park tem na perna, não que eu tenha olhado, mas algumas vezes já estivemos em clubes quando era mais amigos, não que sejamos mais, mas a rotina de trabalho acaba distanciando, não sei se ele ainda mora em Londres, com certeza sim, deve ter casado com aquela namoradinha que fez ele sair da farra, eramos bons companheiros de farra até ele conhecer a mulher da sua vida que patético isso.

Saio do quarto e fecho a porta com cuidado pra não aguarda ela. Procuro na agenda pelo contato dele e ligo pra ele. Chama uma vez e ela atende, pontual como sempre.

--- Senhor Verlad --- escuto sua voz de sono

--- Eu tenho um trabalho pra você, preciso que descubra tudo sobre o acidente dos Parks no Brasil a dezesseis anos, principalmente sobre o paradeiro da filha perdida.

--- Ela não foi dada como morta senhor ?

--- Sim, mas tenho suspeitas de uma menina que pode ser essa filha.

--- Ivestigarei e depois irei precisar de umas amostra de DNA da moça.

--- Claro.

--- Em dois dias te entregarei o docier completo sobre o acidente e depois recolherei amostra de DNA do filho dos Parks com a susposta filha perdida deles.

--- Faça seu serviço e sera bem pago --- desligo o celular.

Jhonatam Macrey é um excelente detetive um dos melhores do mundo, ele sempre trabalhou para minha família. Falando em família hoje irei visitar eles, mas um daqueles jantares em familia o que é uma chatisse sem Martina lá em casa, pelo menos tinha alguém pra admirar a minha frente...

                                     Continua... 

Quase Livre de Um Cretino Irresistível e Obssecado.(Livro II)- Continuação.Histórias para pegar e não largar. Descubra agora