Martina Martins
Estava estacionada com maneira como ele estava me trantando, seu jeito diferente e amigável me assustava não sei dizer se o que está acontecendo é bom ou ruim nunca presenciei uma cena como essa, ele está muito calmo e carente. Eu não imaginava que esse assunto podesse mexer tanto assim com ele pelo que vejo ele amava muitos elas. Ela já amou ? Isso é o que mais me deixa perplexa, um homem frio e calculista como ele já amou muito no passado e hoje está sofrendo por conta desse amor. Eu queria ajudar ele... Não devia ele me fez e faz tanto mal... "Sempre ajudar o próximo Tininha", lembro do meu pai me falando isso.
Fui criada pra sempre perdoa as pessoas inclusive as pessoas que mais me machucam, lembro de uma vez o que minha mãe me disse quando eu tinha cinco anos. "Pra nunca deixar as pessoas me magoarem e que se um dias isso acontecer, eu possa está preparada pra ajudar elas", não costumo lembra muito dos meus pais, mas hoje parece que eles estão aqui comigo, eu posso sentir meu coração lembra deles como nunca lembrou antes.
Ver esse homem aqui bem diante de mim que parece um louco e psicopata se desequilibrar desse jeito, precisando de mim como eu nunca imaginei antes, o jeito que ele me abraça é como um pedido de socorro aos quatro ventos, eu estou disposta a ajudar ele no quer for preciso, uma vez sua mãe me disse que ele era um homem alegre e cheio de vida o acidente mudou ele por completo.
Nossas histórias parecem um pouco, nossos maiores traumas vem de um acidente de carro.
Como ajuadar alguém que não quer ser ajudado ? Essa pergunta eu não sei responder.
Então permeneco calada no seu abraço de ternura.
--- Eu matei elas... --- escuto ele sussura.
--- Não foi você --- deixo claro.
--- Eu comprei o carro...
--- Sim, más não comprou o caminhão que bateu nelas --- Vinícius me contou essa parte.
--- Eu deixei ela dirigir sozinha com filha a noite --- diz.
--- Não é sua culpa --- digo mais uma vez.
--- Agente havia discutido na noite do acidente ... --- essa parte eu não sabia --- Eu mandei ela desaparecer da minha vida, más eu não queria que ela desaparecesse com minha filha --- sinto sua voz de tristeza me comover.
--- Não se culpe --- massageo seu cabelo.
--- Eu não quero sua pena --- se afasta de mim me empurrando no chão, fazendo com que bata meu bumbum no chão. --- Me deixa em paz --- pede.
--- Eu só queria te ajudar --- respiro fundo e me levanto do chão.
--- Você é muito intrometida garota --- seus olhos estão marejados. --- Saía daqui --- rosna.
Ingrato.
Incompreensível.
Manipulador.
--- Más...
--- Saía daqui --- Grita furioso.
"Não posso ajudar alguem que não quer minha ajuda ".
O olho pela ultima vez e caminho em direção a porta.
--- Espera... --- escuto sua voz.
Direcionou meu olhar pra ele.
--- Se você falar pra alguém o que aconteceu aqui eu juro que te mato --- suas palavras frias me deixa com vontade de chorar.
--- Não se preocupe --- digo e saio do quarto.
Tomo meu ar aquu fôra e sinto lagrimas caindo no meu rosto, eu não as chamei, porque deixo falar assim comigo ? Deve ser porque ele se considera seu dono.
VOCÊ ESTÁ LENDO
Quase Livre de Um Cretino Irresistível e Obssecado.(Livro II)- Continuação.
RawakSinopse: Após seis meses de sua suporte morte Martina e Gabi estão vivendo na Palestina um país tolamente diferente do que estavam acostumado. Más qualquer coisa era melhor do que voltar pras mãos de Theodore. Tudo ía bem: elas estavam felizes; se...
