capítulo 66

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Bryan narrando

Mando o Samuel comprar os ursos de pelúcia e vou pra casa tomar um banho pra ir pra casa da claryssa

Se eu não falar hoje que eu sou o pai da Alicia, eu não sei o que eu faço. Já passei três anos longe da menina, agora que ela tá no Rio eu tenho mais é que aproveitar.

Tenho que pagar a confiança da minha filha de novo, e tentar não fazer burrada.

Vejo o kawan deitado mexendo no celular, nem falo mais nada, garoto teimoso. Reviro os olhos subindo pro meu quarto.

Tranco a porta pra não dá a doida na Luísa novamente e  ela entrar no meu quarto tentando abusar do meu corpo novamente.

Essa mulher não tem juízo não. Só achando que eu ia voltar a transar com ela. Sou mais transa com as das rua do que com esse tribufo dos inferno.

Entro dentro do banheiro. Tiro a minha roupa e tomo um banho rápido. Dou um jeito no rosto e saio de dentro do mesmo com uma toalha enrolada na cintura.

Visto a minha roupa, passo perfume e dou um jeito no cabelo. Pego a minha arma colocando na cintura e a chave do carro saindo dali.

Fecho se a portar estar aberta como da última vez que eu vim aqui, mas não estar. Ela trancou.

Estou prestes a tocar a campanhia novamente mas ela abre a porta e assim que me ver revira os olhos.

Da passagem pra mim entrar e não fala nada, também não falo nada só faço entrar e colocar os três ursos do meu lado.

- ela saiu com o Danilo, mas já tá chegando. - diz e entra pra cozinha. Pego meu celular mandando uma mensagem pro Natan fica de olho no morro, que estar pra ser invadido pela polícia.

Olho a hora já impaciente e quando vou me levantar pra ir falar com ela pra perguntar sobre a minha filha a porta é aberta .

Ela entra com o cara lá, parece bem feliz com ele.  Não deixo aparecer Minha raiva. Ela me olha e arquea uma sobrancelha.

- tá fazenu  o que aqui?- pergunta e se joga no sofá. O outro me olha e sai, com certeza indo atrás da feiticeira do Caralho. Aquela mãe de santo.

- vim trazer isso pra tu. - entrego os bicho a ela que sorrir, mas logo depois tira o sorriso do rosto. - que foi não gostou ?

- só posso aceitar isso se minha mãe deixar, ela me falou que eu não posso aceitar coisa de estranhos.

Tô dizendo, essa bruxa do Caralho só veio pra  atrapalhar, e como se não faltasse ainda fala isso Pra pirralha.

- ela nem vai ligar, fica logo. - entrego de volta a ela que dar de ombros e começa a brincar.

Fico olhando ela brincar até ela me encarar de volta.

- porque você estar vindo sempre aqui ? Pela cara da mãe ela não gosta muito de você, se ela não gosta.. eu também não gosto. - diz.

- ah porque eu gostei de tu. Mina mó legal, ah tua mãe não sabe de nada, só dificulta. - digo e ela aparece na sala. - fala aí o que tu quer, quando eu vim e aqui de Novo trazer pra tu.

- quero uma Barbie  negra, uma gordinha e uma  Barbie chef. - diz como se essas bonecas fosse a coisa mais barata do mundo.

- beleza, amanhã eu venho e trago esses boneca pra tu. - digo. - Me fala mais do que tu gosta.

Clarysa narrando

Ela conversava com ele como se já conhecesse ele a tempos. Ela não tava nem ligando pra nada, fiquei com um pouquinho de ciúmes.

Saio dali pra deixar os dois á sós e vou pra cozinha. Me junto ao Danilo que estava comendo torta.

- cara feia é essa ?

- a única que eu tenho. - pego um pedaço de torta.

- quanta ignorância nesse coração.  - reviro  os olhos. - isso tudo porque ela tá lá sozinha com ele né?ciumenta!

- não, não sou ciumenta.  Meu medo é dela se apegar a ele e ele se afastar como a três anos a trás.

- mona isso é passado, agora ele estar correndo atrás pra consertar a burrada que ele fez no passado. Deixa ele.

- não, Danilo. Tenta entender meu lado também. Eu basicamente criei ela com ela perguntando sobre o pai e eu não sabia o que dizer, agora ele reaparece querendo se aproximar, claro que eu vou deixar. Mas o meu medo, é que ele se afaste dela quando ela se apegar a ele..

- acho que ele não vai fazer isso, ele aprendeu com a burrada. Agora é só ver onde isso vai dar. - fala - um conselho de amigo.. Deixa, deixa ele fazer tudo que ele não fez no passado. Quem sabe ele muda pela filha.

Continua

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