capitulo 47

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3 meses depois

- claryssa acorda, tá na hora de você ir pro medico- minha mãe me acorda. - vai perde a hora disgraça linda. - me balança e eu me levanto com uma preguiça que só Deus na causa. - vou com você . - grita.

- tá bom. - falo de volta e me sento na privada pra ver se eu acordo.

Lavo meu rosto, faço minhas higienes e tomo um banho bem tomado. Saio de dentro do banheiro abro o guarda roupa e bate uma preguiça só de saber que eu tinha que procurar uma roupa nessa bagunça.

Visto minha langerie e visto um short jeans e uma camisa na cor rosa claro com o símbolo de um et.  Calço meu tenis, passo um corretivo e faço um delineador passado o rimel logo em seguida.  Passo um batom cor de boca e o perfume.

Pego minha bolsa conferindo pra ver se meus documentos estavam todos lá, pego a chave do carro e meu celular saindo do quarto.

- bom dia. - cumprimento o Natan que estava ali esperando a Julia que agora estava com os seus seis meses de gestação.

- bom. - entro na cozinha e pego uma maça. Abro o portão,  tiro o carro e espero a minha mãe entrar no mesmo.

- vai ser menina, pode ter certeza.  - concordo com a cabeça.

- Seja o que for,  mas que venha com saúde.  - falo e ela concorda.

-é..

(...)

-claryssa santos de moura.  - o Doutor me chama e eu me levanto e minha mãe logo em seguida. Sigo o médico e entro numa sala. - pode levantar um pouco a blusa. - faço o que ele pede e ele coloca um gel na minha barriga. - são irmãs?

- não!  Ela é minha filha. - minha mãe responde por mim.

- são muito parecidas. - minha mãe segura minha mão e sorrir pro médico enquanto ele passava o negocio na minha barriga.

- tivemos sorte. - ele sorrir. - estar de perna aberta e é... É uma menina. - minha mãe sorrir mais largo e umas lágrimas caem dos meus belos olhos.

- oh pode ser limpa. - me entra um monte de papel. Me levanto limpando minha barriga, abaixo minha blusa enquanto Maju agradecia o Doutor.

- sabia que era menina. - sorrir e fecha a porta. - qual vai ser o nome ?

-Alicia. - falo alisando minha barriga.

(...)

- e o pai não vai ficar sabendo da criança não? -minha mãe pergunta e eu só faço respirar fundo.

-mãe se eu for lá falar a ele é capaz dele me matar.

- ele não tem coragem... - fala como se estivesse pensando em algo.

- ah mãe,  tem.. OH se tem. - paro num sinal vermelho. - mas a senhora não vai voltar pro pai não?

- vamos conversar sobre isso não,  estávamos falando do Bryan.  - diz e eu sorrio saindo dali.

- mas eu quero falar sobre a senhora e pai. - ela me olha com uma cara nada Boa e o celular dela começa  a tocar. - como assim mataram a Lolla?  Isso é brincadeira né?  Não,  minha filha morta ? Tá bom, estou indo pra ir. - respira fundo - vai direto pro morro do teu pai, mataram a Lolla.

-era pra mim que ter feito isso. - falo.

- menina.  - me repreende.

Entro no morro do meu pai e vejo a rua principal cheia de gente em volta de uma pessoa que suponho ser a Lolla. Estaciono O carro e a Maju sai correndo que nem doida. Tiro a chave, saio do mesmo e travo o carro indo em direção aquilo.

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