•livro totalmente independente, porém se quiserem entender melhor, leiam sem razão antes•
Ele não é bom, ele não é a luz, não é a calmaria, muito menos a paz.
Ele é um caos, formado por cacos que cortam a quem tocar.
E ele sabe que não é bom pra ni...
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—Mas por que não? -pergunto dramática. —Eu não pareço boa o suficiente pra trabalhar aqui?
Completo e me sento no banco do bar, totalmente frustada.
—Sabe quantos idiotas entram nesse bar todos os dias? Muitos. -ele responde enquanto limpa o balcão. —Creio que não seja um lugar bom pra você.
Completa ele e eu bufo.
—E se eu pedir com educação? -pergunto o olhando de maneira sugestiva e o cara de cabelos negros olha pra mim. —Continua sendo não.
Ele responde.
—Por favor?
Insisto e ele balança a cabeça negativamente, desço do banco totalmente rendida.
—Boa sorte. -ele diz assim que eu me viro pra ir embora, viro o rosto e dou um sorriso forçando.
Foi o quarto lugar que fui hoje.
O primeiro foi uma padaria, o segundo uma sorveteria, o terceiro uma lanchonete e agora um bar.
Qual é o problema comigo?
Paro antes de chegar na porta do bar, dou meia volta, voltando ao balcão.
—Eu quero quatro doses de vodka pura. -falo firme, mesmo sabendo que é uma péssima ideia. Não posso correr atrás de distração só porque não consigo lidar com a sensação de fracasso.
O cara que parecia ter uns 30 anos me olha surpreso, parece pensar um pouco se deve ou não me servir.
—Eu tenho 21. -falo e ele continua parado me olhando com as sobrancelhas erguidas, bufo abrindo minha bolsa, pegando a indenidade e o entrego.
Ele pega e analisa por alguns segundos, me entregando logo depois, sorrio ao ver ele se movimentar pra me dar as bebidas.
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