•livro totalmente independente, porém se quiserem entender melhor, leiam sem razão antes•
Ele não é bom, ele não é a luz, não é a calmaria, muito menos a paz.
Ele é um caos, formado por cacos que cortam a quem tocar.
E ele sabe que não é bom pra ni...
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Sorrio que nem uma boba vendo o Aaron conversar de verdade com as pessoas, estou parada aqui a uns 10 minutos, apenas o olhando com dois copos na mão.
Sem vontade alguma de atrapalhar esse momento.
—Você veio com o Aaron, né? -Uma menina aparece ao meu lado. —Eu vi vocês chegando, não quis estragar a supresa para o Logan.
Ela diz sorridente, olhando na direção do cara que falava algo animado com o Aaron, junto com um outro pessoal.
—Eu vim, ele que me convidou. -Falo feliz, eu mau acreditava nisso. —Ele é um cara difícil.
Murmuro sentindo minhas bochechas doerem, de tanto que eu sorri hoje.
Ela faz uma careta engraça, me olhando.
—Namorada dele? -ela pergunta.
—Não. -respondo mais rápido que o normal, nervosa. —Claro que não.
Completo, tentando voltar ao normal.
Ela levanta as sobrancelhas, com um sorriso nos lábios.
—Sei...-ela murmura. —Eu sou a Eva Marie, mas pode me chamar só de Eva.
Ela estende a mão, mas recua quando percebe que estou com as duas mãos ocupadas.
Sorrio com a cena.
—O meu é Coraline, mas pode me chamar só de Cora. -Ela sorri de maneira gentil.
—Acho que você deveria ir falar com ele. -Ela fala sinalização para onde o Aaron estava. —Ele não para de olhar.
Ela diz, antes de começar a se afastar. Olho em direção ao Aaron, vendo o sorriso em seus lábios se desmanchar quando seus olhos encaram os meus.
Não sei o que isso significa, nem o porque ele me olha de maneira tão séria.
A atenção dele muda quando a Eva o chama, falando algo.
Isso foi muito entranho.
Bebo o líquido do copo de uma vez só, acho que é vodca misturada com outra coisa.
Suspiro olhando para o copo que seria do Aaron, prometi a mim mesmo que não ficaria bêbada hoje, mas acho que dessa vez não vou cumprir promessa alguma.
Bebo a bebida dele também e resolvo dar uma volta pelo lugar. Estava mais ou menos cheio, as pessoas parecem estar se divertindo, riam, dançavam, se beijavam.
Deixo os copos vazios de lado, observando alguns porta-retratos que tinham pela casa.
A maioria eram da Eva com o cara que conversa com o Aaron, que provavelmente é o Logan.
Sorrio pegando um na mão, era só a Eva abraçada a uma gatinha, eu sempre quis um animal que deixasse eu fazer isso, mas sou odiada por todos animais que existem na face da terra.
Devolvo o porta retrato para o lugar e pego outro, eles dois estavam juntos, pra ser mais específica, só o olho do Logan aparecia, enquanto a Eva sorria pra câmera.
—Eles parecem felizes. -Levo um susto quando a voz do Aaron soa atrás de mim, me fazendo quase derrubar o porta-retrato.
—Meu Deus, Aaron. -Falo rindo, o devolvendo ao lugar, antes que aconteça uma tragédia. —Como foi lá ?
Pergunto sem esconder minha curiosidade.
—Não foi tão ruim quanto pensei que seria. -Ele diz me entregando um copo, que eu pego sem nem pensar duas vezes.
—Isso significa que foi muito bom, mas você nunca vai admitir? -Pergunto levando o copo até a boca, vendo as covinhas dele se formarem em um quase sorrio.
—Eu não vou responder isso. -Ele diz praticamente admitindo.
Sorrio, feliz por ele ter resolvido seja lá o que incomodava ele.
—Quer dançar? -Ele pergunta, me surpreendendo.
—Claro que eu quero. -Digo animada e ele segura minha mão, me puxando pra onde tinha um pessoal dançando.
Eu não sei o que é esse sentimento que se formou dentro de mim, que me dá vontade sorri a cada segundo que vejo nossas mãos unidas, mas eu gosto disso.
—Quer ver um passo novo que aprendi na festa da Bride? -Pergunto eufórica, entregando o copo pra ele, me preparando.
—Com certeza não. -Ele diz, meu sorriso murcha assim que percebo que ele estava falando sério.
Ele olha em volta, bebendo o resto da bebida que sobrou no copo, jogando o copo em qualquer lugar.
—Isso com certeza não foi certo. -Falo observando o copo se perder entre um monte de pés.
Ele sorri, pouco se importando. Ele se aproxima, segurando minha cintura, me puxando pra mais perto, literalmente me dei deixando colada a ele.
—Acho que essa música não se dança assim. -Falo colocando as mãos no braço dele, não é música lenta, não chega nem perto de ser.
Mas eu gosto de como está, ainda mais se sou eu que causei o que sinto duro contra mim.
—Quer dançar de outro jeito? -Ele pergunta perto do meu pescoço, fazendo todos os meus pelos se arrepiarem.
Eu me limito em apenas negar com a cabeça.
Eu poderia ficar aqui o dia todo.
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