Capítulo 16

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P.O.V DAY

Sinceramente ainda não acredito que a Carol terminou comigo, depois de tudo o que fiz por ela, achei que estávamos bem, que ela sentia o mesmo, mas não ela apenas brincou com meus sentimentos. Quer saber? Eu que não vou passar a minha noite aqui presa dentro desse quarto, enquanto ela está super bem com tudo. 

Mando mensagem para o Vitão me encontrar no PUB, e logo me arrumo, coloco a minha melhor roupa, entro no carro e logo dou partida, e assim vou indo para o PUB. Chegando logo encontro com o Vitão. 

- Eai Maninha. - disse o Vitão. 

- Eai. - respondi. 

- A Carol não vai ficar bolada com você se você entrar no PUB hoje não? hoje é dia de Streap. - disse ele. 

- Que se foda a Carol, e hoje sim que é dia bom, dia da mulherada. - respondi. 

- O que aconteceu com vocês? - perguntou. 

- Ela terminou comigo. - respondi. 

- Que? Mas por que? - perguntou.

- Foi sem motivos. - respondi. 

- Porra aí é osso. - disse o Vitão e logo entramos. 

O PUB hoje estava cheio, eu estava com raiva, havia muitas mulheres lindas aqui no PUB, me sentei em uma das poltronas e Vitão sentou ao meu lado, pedi uma cerveja e logo a mesma chegou e comecei a beber. 

Então mulheres caíam aos meus pés, uma delas veio até minha poltrona, começou a dançar pra mim à minha frente, não liguei, meus pensamentos sempre caíam na Carol, no quanto seu beijo era gostoso e que tudo ao seu lado era maravilhoso. Ahh Carol por que você fez isso comigo? 

Então meu telefone apitou, era notificação de que a Carol havia postado alguma coisa, abri rápidamente e me deparei com uma foto da Carol de mãos dadas com alguém, e logo vi quem era, porque Carol havia marcado, era o Felipe.. 

Respirei fundo para não surtar, me subiu um ódio, por que Carol fez isso comigo? como pôde? Depois de tudo o que fiz... e pior depois de tudo voltar com aquele babaca. 

Já que ela está tendo uma noite divertida, eu vou divertir a minha. A morena que antes estava dançando à minha frente tinha se retirado, e começou a dançar sozinha, olhei para ela e logo ela olhou pra mim, chamei para que ela viesse até mim com cara de safada. Ela caminhou lentamente até a frente da minha poltrona, colocou um de seus joelhos sobre a poltrona e logo me aproximei passando a mão pela sua coxa e indo até a bunda e apertando. 

Ela se sentou no meu colo, beijou meu pescoço, puxou meu cabelo, me beijou e então me aproximei do seu ouvido. 

- Vamos para minha casa? - sussurei e a mesma assentiu. 

Caminhamos até o meu carro, ela entrou, eu entrei e logo dei partida no carro, e fui para a minha casa, estacionei o caarro, descemos e entramos em casa. Levemente puxei seu braço e a beijei, a deitei no sofá e fui tirando suas peças, cada uma de uma vez, senti suas unhas arranharem minhas costas, cai de boca no seu peito, enquanto a minha mão apertava o outro, ouvia os gemidos dela, então continuei, desci meus beijos, até que cheguei na sua intimidade, senti ela se contorcer e subi uma das minhas mãos para o seu peito, enquanto eu a chupava. 

Ela gemia, transar bêbada é muito gostoso, meus pensamentos estão à mil, estou com ódio, com raiva, não que essa mulher não seja gostosa mas não se compara a Carol. 

Desci minhas mãos e logo coloquei um dedo, senti sua intimidade molhadinha, ela gemia.

- Quero mais dedos. - sussurrou ela. 

Então coloquei o segundo e comecei a girar meu dedo dentro dela enquanto a chupava, ela gemia intensamente. Coloquei o terceiro e senti seu corpo ficar trêmulo, continuei, ela puxava minha cabeça ainda mais para sua intimidade me fazendo não parar de chupá-la. Coloquei o quarto dedo. 

- Isso. - disse ela. 

Comecei a colocar e tirar com mais força e mexê-los ainda mais, suas pernas começaram a ficar fracas então não parei, continuei chupando ela, até que senti seu gozo escorrer entre meus dedos, e então recusei prová-los. 


Sempre foi você (Dayrol)Onde histórias criam vida. Descubra agora