Dois; soulmate de vilão.

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OLAAAAAAAAAAA!
se pa ainda tem cap novo hj ASUAHSIAUSH
espero que gostem!
boa leitura!
deixa um comentario e uma estrelinha a a  <3
amo vocss! <3

. . .

Por minutos eu o encaro. Mas de que raios ele está falando?! Franzo o cenho, meu olhar vai diretamente para meu braço. Meu nome ainda está ali, ok, é pior do que eu imaginava.

— O que... — Murmuro. Meu olhar indo do escrito ao rosto dele e vice-versa. Meu coração parece frenético no peito e só me resta rir, de nervoso. — Isso... isso não é verdade!

Chat Noir parece achar a situação engraçada – certo, deveria ser muito engraçado me ver desengonçada, com aquela merda de pijama comprado na seção infantil porque eu ainda servia naquelas roupas e minha mãe ama me presenciar desse modo e rindo como uma idiota – e mantem um sorriso bobo. Bastardo!

— Certo. — Ele se afasta. Por um misero instante penso que ele irá embora, e que eu acordarei dolorida no sofá porque tudo isso é um sonho. Nenhuma das coisas ocorre. Ele apenas se encosta na minha escrivaninha, retira a luva do uniforme com enorme desde e pega uma de minhas canetas sem a mínima autorização.

— O que está fazendo?! Não pode mexer nas minhas coisas!

— Relaxa, Marinette, não vou pegar nada sem a sua permissão, somente... essa caneta para provar uma coisa. Olhe para a mão. — Faço, relutante, o que ele diz. Observo um "i" aparecer, com um ponto por fim. Franzo o cenho.

— O que isso significa?

— Que eu, Chat Noir... — Aponta para si mesmo continuando com o estúpido sorriso nos lábios. — Vim aqui colocar os pingos nos is.

Encaro-o. Faço minha melhor careta de séria, porque não sei o que responder.

— Não... não temos pingos para colocar nos is, nem nada parecido! Isso... isso é uma babaquice! Eu nem acredito nisso! Eu... fiz por fazer, entende? Não estou em busca de um parceiro! Nem 'pra vida, nem 'pra sexo, nem 'pra nada! — Murmuro, mais rápido que um raio. — Eu... eu estou bem, bem vivida, bem resolvida, e você já pode ir.

— Você está com medo?

— Medo?! De que? De você?! Me poupe! — Rio, girando o corpo. — Você quem deveria ter medo de mim! Semana passada eu comprei um jogo novo de facas da Tramontina pela metade do preço no Walmart! Isso é informação suficiente, certo? Certo! Agora, eu estou indo buscá-las! Espero que não esteja aqui, ou vou estreá-las em você!

Saio do quarto. Me sinto uma tirana com uma estupida vontade de rir. Eu não estou em sã consciência! Não mesmo! O que eu estou fazendo?!

Sinto uma estupida vontade de descer para a recepção e ficar batendo papo com o porteiro, assim, eu posso fugir desse momento estupido em que me encontro. Me parece – realmente – uma boa, mas ele perceberia. Não quero que ele perceba, quero que ele vá embora.

Era isso que me faltava! Soulmate dele!

Ai vida, por que tão filha da puta?!

— Para quem ia pegar uma faca e me esfaquear, você 'tá muito lerda.

Salto, quando ouço a voz dele. Vejo-o na sala quando piso ali, espatifado em cima do meu sofá e – por incrível que pareça – acariciando a vagabunda da gata que só sabe me maltratar.

— Traidora. — Murmuro, enquanto ela me olha. Seu miado é baixo, desdenhoso, e ela o encara. Ronrona, pomposa. — E você... eu... eu estava planejando como fazer minha sessão de tortura, entende?!

Logo euHistórias para pegar e não largar. Descubra agora