Quatro; almoço e um ramo de flores.

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LOGO EU
QUE NAO PENSAVA, EU NAO
IMAGINAVA
TE MERECEEEEEEER (8
o fluffy veeeeeeeeeem IJASOAJSIOJ

. . . 

É quase meio-dia quando termino de organizar tudo. A reserva está feita, e tudo sai conforme o cronograma. Já tinha enviado uma mensagem via e-mail para Adrien, avisando que a reserva estava feita.

Relaxo contra a cadeira, fitando o teto por instantes. Meu horário de almoço é sempre ao meio-dia, mas sempre saio após Adrien pelo acumulo de trabalho que tento adiantar. É um milagre que – pelo menos dessa vez – eu esteja adiantada.

Como diria minha mãe, uma alma boa foi para o céu, então.

— Marinette. — Salto, ao ouvir a voz de Adrien. Me levanto,, finjo um pigarreio e sorrio. — Vamos.

Franzo o cenho.

— Vamos... onde?

— Almoçar. — Ele me olha, por um momento, percebo um vislumbre de diversão no fundo das orbes esmeraldinas. — Tem compromisso?

— Uh... não.

— Pode me acompanhar, então?

— Eu... bem... — Pigarreio. — Pode... pode ser... eu só preciso pegar minha bolsa e...

— Por minha conta hoje. — Assinto, enquanto jogo a bolsa sobre o ombro.

— Como quiser, senhor Agreste.

Acompanho-o até o elevador, entramos juntos. Ele parece disperso, com as mãos no bolso do jeans. Me sinto um tanto estranha, e me acanho momentaneamente. Oh, o que está acontecendo comigo?!

— Espero não estar te atrapalhando.

— Não, fique tranquilo. — Sorrio. — Eu... apenas achei um tanto repentino. Pode me falar pelo menos o motivo disso?

Adrien morde o lábio, e me fita.

— Acho que prefiro falar em um lugar mais privativo. Podemos falar sobre isso somente no restaurante?

Assinto, com meu melhor sorriso amarelo.

Céus, é hoje então que vou ser convidada para um relacionamento com o chefe, não é?!

[...]

Durante o trajeto – no carro dele, um Audi preto que era de fazer qualquer um suspirar – eu me peguei pensando no que aconteceria. Ele apareceria com um contrato como Christian Grey? Me chamaria de modo sutil como nos livros?!

Bem, eu não sei. Não fazia a mínima ideia, e até mesmo agora – enquanto somos guiados ao segundo andar do hotel luxuoso – continuo sem saber. Adrien se mantem ao meu lado, com sua clássica pose que demonstra algum tipo de autoridade. Somos levados a uma parte um tanto mais privativa, sem muita enrolação. O maitre que nos acompanha fala o mínimo possível, e nos deixa ali logo após nos certificar que um garçom chegaria em menos de cinco minutos para atender nossos pedidos.

Adrien me olha quando o homem sai, suspira e arregaça as mangas da camiseta como se sentisse calor.

— Acho que... estamos em privado agora.

Ele acaba sorrindo.

— É, e você está ansiosa por uma informação. — Seu sorriso ladino me deixa um tanto desengonçada, sinto minhas bochechas corarem. — Quanta curiosidade.

— Eu... só... estou buscando por informação, digo... foi uma surpresa ser chamada para um almoço contigo.

— Já almoçamos juntos antes.

Logo euHistórias para pegar e não largar. Descubra agora