Capítulo 16

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Carolina narrando

Sua mão apertou minha nuca enquanto selava nossos lábios. Porra... Babi estava se masturbando. Se masturbando! E a menos de 5 metros de mim Desci minhas mãos até sua cintura enquanto aprofundava o beijo. Babi me empurrou até a cama, onde cai sentada e logo a menina subiu no meu colo. Suas mãos percorriam o meu corpo todo enquanto ela se esfregava freneticamente no meu colo, me levando a loucura. Não imaginei que a Babi fosse tão safada assim... Puta merda! Será que foi a primeira vez? Ou ela vem fazendo isso por mais tempo? E eu estava bem ali na sala esse tempo todo Tirei minhas mãos da sua cintura e fui até a barra da sua camiseta. Babi deixou meus lábios com uma mordida no inferior e olhou para as minhas mãos em sua blusa.

Carolina: Posso? -Babi suspirou e sacudiu a cabeça enquanto levantava os braços pra facilitar. Tirei sua blusa a joguei na cama sem tirar os olhos de seus seios apontando para o meu rosto. Senti a menina sorrir quando avencei e mordisquei seu mamilo esquerdo. ⁣
Babi dei um pulo no meu colo e eu firmei meu aperto nas suas costas.

Babi: Que merda, Voltan... -Gemeu.

Levei minha mão até a sua nuca e enrolei seus fios na minha mão e puxei, fazendo sua cabeça cair para trás enquanto avançava meus beijos para o seu pescoço. Babi pegou minha mão que antes estava em suas costas e levou até sua intimidade. Sorri com a atitude e adentrei pelo seu short enquanto Babi juntava nossos lábios novamente. A menina gemeu na minha boca e apertou meus fios de cabelo quando penetrei meu dedo do meio e o anelar.

Babi deitou a cabeça no meu ombro enquanto rebolava em meus dedos. Segurei sua coxa com a outra mão e acariciei todo o caminho até a sua bunda, apertando o local com força. Ela gemeu. Bom, talvez se eu... Bati em sua carne e voltei a apertar o local enquanto meus dedos se mexiam loucamente. Babi gritou e mordeu meu pescoço enquanto jogava seus braços ao meu redor, sem parar de rebolar. Retirei meus dedos fazendo Babi gemer e levantei meu rosto, buscando seus lábios.

Inicie um beijo feroz e quando pincelei seu clitóris, a menina se contorceu e mordeu meu lábio novamente. Então ela gosta bastante de morder, né? Bárbara passou a mãos pelo meu corpo, em direção ao meu short, mas antes que ela chegasse lá, juntei seus pulsos atrás de seu corpo e a joguei na cama. Babi franziu as sobrancelhas enquanto se apoiava nos cotovelos e separou os lábios quando me viu ajoelhar e levar minhas mãos até a barra do seu short e puxar até deixá-la completamente nua. A menina arqueou o corpo sobre a cama quando sentiu meus lábios em contato ao seu feixe de nervos que estava tão, tão sensível. Juntei os lábios e chupei ali. A garota puxou meus cabelos com força enquanto gritava e me abraçava com as pernas. Nem tinha percebido o quanto a minha calcinha já estava molhada. Minha intimidade implorava pela atenção que eu não poderia dar ainda, eu estava ocupada demais penetrando novamente a Babi com meus dedos enquanto minha língua brincava com seu clítoris. Ela estava chegando tão perto... E eu também. Precisava me tocar. Porra como eu precisava! Me rendi a vontade. Levei minha mão que antes segurava sua coxa até o meio das minhas pernas e comecei a massagear. A fisgada foi o suficiente pra um arrepio enorme percorrer o meu corpo e eu gozar dentro das minhas calças. Com a sensação de prazer me invadindo e tomando cada parte do meu corpo, aumentei a velocidade na intimidade da menina e observei seu lindo corpo se contorcendo na cama com os espasmos depois do orgasmo. Levantei a cabeça e encarei aquelas pupilas dilatadas a minha frente, me observando calmamente levar meus dedos até a minha boca e os chupava.

Narradora on

Natty foi a primeira a acordar. A morena saiu da cama e estremeceu com o vento frio que entrava pela janela e batia em seu corpo nu. Ela foi até a mesma e a fechou rapidamente, passou pelo guarda roupas do amigo e buscou uma camisa. Ela já estava acostumada a fazer isso na noites que passava ali, e Rodrigo nunca reclamou...

Vestiu uma camisa preta com uma estampa qualquer e pegou sua calcinha no chão, a vestindo também. Ainda não estava acreditando nos acontecimentos da noite passada. Não que ela estivesse arrependida, foi bem divertido. Mas ela imaginou sua primeira vez com o Ike de outra forma... Mas a Lia era incrivelmente bonita e atraente... Bom, valeu a pena.⁣
Ao chegar na cozinha, abriu a geladeira a procura de algo pra comer, mas não achou nada. Rodrigo não tinha o hábito de fazer compras... A morena revirou os olhos e fechou a geladeira. Dei um pulo quando Rodrigo apareceu do lado da mesma, a assustando. Rapidamente, suas bochechas esquentaram quando observaram o maior sem camisa e a olhando.

Natty: Oi... -susurrou e sorriu. O homem desceu o olhar para os lábios da menina e avançou, beijando os mesmos. Natty sorriu em seus lábios e liberou a passagem para a língua do maior que logo deslizou suas mãos para baixo da sua camisa no corpo da amiga e pertou sua cintura enquanto a morena segurava fortemente os dois lados do rosto do homem.

A luz sol já tinha tomado conta do quarto quando Lia acordou sozinha na cama.⁣
A loira franziu as sobrancelhas e olhou ao redor, tentando entender onde estava.⁣
Quando caiu a ficha, Lia deu um pulo da cama, vestiu suas roupas e saiu do quarto. Andou até o fim do corredor e chegou em uma ampla sala. Tinha um sofá enorme, uma TV enorme, umas janelas enormes e quando desviou os olhos para o balcão que dividia a sala e a cozinha, deu de cara com Ike e Natty em uma pregação enorme. A loira se encolheu com a sensação de que seria rejeitada novamente. Era ela quem estava sobrando ali.

Lia apenas observava a cena enquanto uma tristeza enorme a invadia.⁣
Natty abriu os olhos e focou seu olhar na Loira que já estava caminhando até a porta. A morena empurrou o parceiro e se afastou. Ike franziu as sobrancelhas e acompanhou o olhar da morena na direção a porta.

Natty: Lia! -Gritou. Lia parou e girou o corpo para olhar os dois.

Lia: Eu acho que já vou... -Tentou sorrir e o coração dos dois se apertou drasticamente.

Ike: Por que? -Franziu as sobrancelhas. Lia encolheu os ombros e balançou os mesmos. Natty puxou o pulso da Loira e os três se juntaram no sofá.

Lia: Vocês não estão arrependidos?... -Franziu o cenho.

Ike: O que? Por que estaríamos? -Ike abaixou o olhar para as mãos da Lia e segurou as mesmas.

Natty: A gente não tá... Mas, você está? -Lia negou com a cabeça e se encolheu no sofá.

Lia: Não é melhor eu ir logo? -Ameaçou levantar mas a mão do homem a impediu.

Rodrigo: Por que está com tanta pressa?

Lia: Não quero atrapalhar vocês.

Natty: Não está atrapalhando! Por que você acha isso? -Franziu as sobrancelhas.

Lia: Sei que vocês se gostam... E eu estou sobrando aqui.

Natty: Não, não está! Eu gosto de você também, Lia. A gente pode fazer isso dar certo! -Apontou para os três. Lia ergueu as sobrancelhas e olhou para os dois.

Lia: Três?!

Natty: É... Eu quero tentar. -A morena ergueu os olhos em direção ao amigo que estava a gente observando com o semblante assustado.

Rodrigo: Hm... Acho que pode dar certo. -Sorriu para as meninas.

Lia: Vocês estão loucos... -Riu cinicamente e observou o semblante dos dois ao eu redor. Merda, eles não estavam brincando... Lia engoliu em seco e mordeu os lábios enquanto concordava com a cabeça. Talvez pudesse dar certo, né?

DYNASTY - BabitanOnde histórias criam vida. Descubra agora