Mauve

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Eu não sou a pessoa mais inteligente, posso dizer que nunca cheguei perto de ser, me tornei apenas uma pessoa que está imune a tudo que a sociedade impõe na maioria das vezes eu sou visto como um bicho de sete cabeças, para os religiosos eu preciso de Jesus ou um exorcismo, para os hipócritas eu preciso de porrada e para os burros eu sou o indeciso. O que eu quero chegar com isso é que em todos esses anos desde que eu me assumi eu enfrentei todos os tipos de babacas e estou firme e forte e mesmo que tudo isso que eu esteja falando agora é porque eu drogado eu nunca vou deixar de lutar.

[...]

- Vamos acabar logo com isso, se eu não posso com o meu inimigo porque não me juntar a ele ? Eu dou o dinheiro e vocês vão embora. - andei até a escada que dava para o segundo andar e coloquei a senha. - É como um museu, tem muitas curiosidades, não fique assustado com o que vai ver lá. - enquanto minha mãe estava no andar debaixo eu subi com ele que olhou direto para o quarto onde eu guardava todas as lembranças de namorados.

- Interessante, essa são as joias que me falou ? - entrou colocando as mãos imundas no vidro. - acredito que você com todo esse dinheiro tenha jóias para usar na rua também. - que espertinho.

- Basicamente sim, você sabe que jóias não ajudam em muita coisa, eu tenho um rostinho bonito e um bunda perfeita Não tenho necessidade de usar jóias aliais sempre tive uma certa coceira com ouro e diamantes mas caso queira algo pra guardar de recordação - andei até o meu quarto tirando meus brincos. - posso te dar esses, são os únicos não rastreaveis. - Eu vi seus olhos arregalarem quando viu como era o meu quarto, o sorriso nojento e malicioso brotar em seus lábios como se na sua cabeça fosse tocar em mim como antes.

- Vejo que tem realmente o sangue de sua mãe. - olhou em volta.

- Tem coisas que não mudam, são itens de colecionador eu adoro eles mesmo que não precise. - Eu tinha menos de 30 minutos até que o efeito passasse eu começasse a entrar em desespero novamente.

- Antes do dinheiro eu quero realmente matar a saudade. - veio até mim me segurando pela cintura, eu não podia mais esperar, eu estava confiante, iria dar certo. Chutei suas partes íntimas com o meu joelho e ele caiu de dor no chão gritando, subi em cima dele socando seu rosto até que eu tivesse certeza de que ele estava apagado.

Com a minha mão machucada pelos cortes anteriores e agora os recentes e minha costela profundamente cortada eu levantei saindo do quarto e trancando a porta correndo para o meu escritório onde eu poderia me comunicar.

Tranquei a porta de lá também e procurei pelo meu celular reserva que deixava caso eu voltasse muito bêbado e perdesse o meu atual, quando consegui achar o efeito passando eu digitei desesperadamente o número de Jin.

- Jimin ? Tudo bem? - perguntou.

- Eu preciso que chame a polícia, eu fui sequestrado e preso dentro de casa estou no segundo andar com um deles trancado, eu sei que não falo muito isso mas, eu preciso de ajuda...

Blazing - Jikook Onde histórias criam vida. Descubra agora