(Gael)
Chegamos ao Brasil. Já tinha alugado um hotel antes de vir, ele fica no Rio de Janeiro. Aluguei aqui porque tenho que tratar de negócios com os morros.
Eu e Alysson não trocamos uma palavra a viagem toda. Ela também dormiu quase a viagem inteira. Ela tava sentada em cima da cama olhando a mala dela.
Gael- O que foi?
Alysson- Aqui tem um monte de roupa nova, que eu não comprei.
Gael- Deve ter sido a minha mãe.
Ela fecha a mala, depois de pegar uma roupa. Ja era a noite. Ela vai indo para o banheiro e fecha a porta. Peguei uma calça moletom e joguei em cima da cama. Fui até o banheiro, mas a porta estava trancada.
Gael- Alysson! Abre a porta.
Digo quase derrubando a porta. Ela não diz nada, mas ouço ela destrancando a porta.
Gael- Por que trancou a porta?
Alysson- Não sei, acho que só foi costume.
Ela está de toalha com o cabelo molhado.
Gael- Eu vou tomar banho.
Alysson- Eu ainda não acabei.
Entrei no banheiro e fechei a porta.
Gael- Solta essa toalha.
Ela me olha soltando a toalha, e fica com a cabeça baixa. Tiro minhas roupas, e ela continua de cabeça baixa. Puxo ela pra entrar comigo no chuveiro.
Essa garota me deixa tão excitado, seu corpo é uma obra de arte.
Pego o sabonete, e começo a passar em suas costa. Depois largo o sabonete e começo a passar a mão naquele corpo que é só meu.
Desço minhas mãos até a sua intimidade, e começo a mexer os meus dedos.
Ela segura os gemidos, e dá alguns suspiros, depois viro e a beijo.
Coloco minhas mãos em sua bunda e dou um impulso, e então a encosto na parede. Continuamos nos beijando. Ela coloca suas mãos em minhas costas. E então já estamos em sincronia, ela estava gemendo em meu ouvido, e apertando com força as minhas costa.
Depois do banho, quando fomos deitar. Queria mais. Ainda não tinha me saciado.
Chupei seus seios, até deixar vermelhos. Fui descendo com a língua por sua barriga, até chegar...
Dei leves beijos, o que fazia ela arquear as costas. Querendo mais...
Meti a boca, a língua. Seu gosto é maravilhoso. Chupo com força e vontade.
Gael...
Ela susurrou meu nome com a voz tão baixa e falha. Tava tão cega pelo fogo do prazer, que as palavras sumiram.
Ela gemia o meu nome. Enquanto suas unhas puxava o lençol. Enquanto sua intimidades ficava muito mais molhada.
Gael- Diz que quer mais... E eu te darei mais meu amor.
Coloco meus dedos, fazendo movimento de vai e vem. Seus suspiros e gemidos continuam.
Gael- Você quer mais amor?
Fico em posição, e vou passando minha ereção em sua intimidade, sem penetrar. Ainda não. Eu quero ouvi-la falar.
Ela abre os olhos. Continuo a provocando.
Alysson- Sim...
Dou um sorriso de lado, e a penetro. Seu gemido aumenta. Sua unhas passam por minhas costas.
Ouço ela gemer o meu nome. Me pedindo mais.
Entro e saio dela. Até chegar lá...
Até chegarmos lá.
Está ofegante, e de olhos fechados. Antes de sair de dentro dela. Dou um beijo em sua testa.
Agarro ela, para dormimos. Ela ainda está suspirando tao alto, ofegante. Ela deitada no meu peito. Fico acordado, até ela dormir. Logo em seguida o cansaço toma conta de mim também.
Acordo com a Alysson fazendo barulho. Ela me olha.
Alysson- Não queria te acordar, só estava procurando remédio.
Ela diz, olhando para o chão.
Me levanto e vou até o banheiro. Visto uma roupa. Quando saio chamo a Alysson para ir tomar café. Depois do café, chamei ela para ir a praia. Fomos a praia e caminhamos um pouco a beira do mar. Passamos o dia na praia.
Quando voltamos para o hotel, já estava escurecendo. Então eu fui tomar um banho. Tinha uma reunião com o dono do morro do Alemão. Depois que eu tomei banho, a Alysson entrou no banheiro logo em seguida.
(Alysson)
Tava tomando banho, o Gael disse para ficar apresentável, pois íamos a uma reunião.
Quando eu terminei, fui até a minha mala, e procurei minha roupa. Um vestido curto preto, colado. Com mangas longas. Ele tem uns detalhes de brilho. Coloquei também um salto preto fechado.
Dou uma arrumada no meu cabelo, e passo uma maquiagem leve. O Gael disse que iria me esperar lá em baixo. Então eu desço e vou até ele.
Alysson- Estou pronta.
Ele me olha dos pés a cabeça. Mas não diz nada. Entramos em seu carro. Ultra novo. Tão bonito, todo preto.
Quando chegamos lá, tinha uns homens enormes na entrada e bem armados. Logo nos deixou passar, assim que viram o Gael.
Paramos na frente de um baile funk.
Gael- Merda. Aquele filho da puta do PK quer fazer essa reunião no meio do baile funk?
Descemos do carro, e entramos naquela multidão. Gael segura a minha mão, e me leva a um lugar, que parece uma área vip. Aquele lugar fedia a maconha.
Um homem cheio de tatuagem levanta e vem cumprimentar o Gael.
Xxx- Olha só! Meu velho amigo!
Gael- Como vai irmão?
Impressão minha, ou eu notei falsidade da parte dos dois?
Eles dão um aperto de mão. E outros homens vem e comprimenta ele. Pra falar a verdade, eles estão falando umas gírias que eu não tô entendo. Apesar de saber muito sobre o idioma.
Gael me chama para sentar ao seu lado, e vejo duas garotas ao lado de dois homens. E tem mais um cara também, mas não tem nenhuma garota com ele.
Gael- Não era pra ser uma reunião?
PK- Sim, mas esqueci de te falar, sexta aqui é dia de baile, então aproveita.
Deixa os negócios pra amanhã.
Ele entrega uma bebida para o Gael, que vira o copo sem questionar. E isso se repeti varias vezes.
