Capítulo 4

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(Gael)


Vou até meu escritório. Fico lá o resto do dia. A máfia que era do meu pai agora quer que eu seja o líder, e estou pensando seriamente na proposta.

Acho que seria uma ótima ideia seguir em frente como líder da máfia Duarte.
Eu herdei tudo que era do meu pai, agora que souberam que estou vivo, tudo é meu. Eu sou dono de tudo, e isso me torna um homem muito poderoso.
Tudo pertence a mim.

Talvez eu esteja sendo um tolo por testar a Alysson. Mas preciso ver o que ela fará. Se mesmo contra as minhas ordens era irá me desobedecer.
Vou adorar puni-lá, adorar educa-lá.

Uma mulher mal educada. E desobediente. Isso me exita. Ela inteiramente me exita.

Ja são quase meia noite. Volto ao quarto e Alysson está dormindo. Tão bela. Seu cabelo ruivo está espalhado pelo travesseiro, e a camisola muito curta, mostrando mais da metade de sua coxa. Fico a olhando. Babando, querendo possui-lá nesse momento. Ouvir sua bela voz gemer o meu nome.
Esse pensamento me deixa com água na boca. Mas desvio o olhar e vou até o banheiro.
Tudo tem seu tempo. E eu aguardo ansioso esse momento.
Tomo um banho, e me deito. Fico mexendo no celular até dormir.

(Alysson)

Quando Gael dorme, me levanto bem devagar da cama, troco de roupa. E vou até seu escritório, procuro as chaves, vejo as chaves em sua gaveta, não acredito que ele foi tão besta ao ponto de deixar a chave assim bem na cara.
Vou até o porão. Tão silenciosa que me impressiono comigo mesma.

Alysson- Pai, eu consegui.

Pai- Alysson meu Deus! Como?

Alysson- História longa, vamos sair daqui primeiro.

Abro sua cela. E então saímos pelos fundos da casa. Chegamos na entrada da floresta, e estava totalmente assustadora. Puxo meu pai, mas ele hesita.

Alysson- Pai vamos!

Pai- Alysson, se ele descobrir, eu não sei o que ele pode fazer com você.

Alysson- Não se preocupe, se irmos logo, quando ele menos perceber estaremos longe.

Pai- A culpa disso tudo é minha. Você não deveria pagar pelo que eu fiz.

Alysson- Não é hora pra se remoer.

Entramos na floresta, e corremos. Corremos tanto que ja estávamos cansados.
Eu estava ofegante, e meu pai também. Escostei em uma árvore, para recuperar o fôlego.

Alysson- Pai! Uma casa, ali.

Digo ofegante. Corremos até lá, e batemos na porta. E uma senhora atendeu.

Alysson- Senhora, por favor nos ajude. Um homem ele nos trouxe pra cá, e nos prendeu, meu pai ele precisa se tratar. Precisa urgente de um médico.

Senhora- Sim claro, podem entrar.

Ela diz super calma, uma calma assustadora mesmo com a situação. Mas isso não é questão agora.

(Gael)

Então aqueles dois realmente tentaram fugir. Dei uma chance a eles, e eles se foderam pra ela. Ja que é assim. Recebi uma ligação da Rita, uma velha amiga. Ela disse que eles chegaram a casa dela. Tudo indo de acordo com o plano. É claro que não deixo nada passar despercebido.

Estou me preparando pra ir até a casa. Pego meu carro, uns seguranças, e fomos até lá. Parei o carro, temos que ir andando a pé, ja que a casa fica quase no meio da floresta. Bati na porta, e a Rita atendeu.

Rita- Senhor. Droguei eles como pediu, estão desmaiados.

Ela aponta, e eu mando meus homens irem até lá, e leva-los. Pego um envelope do bolso, e entrego na mão de dona Rita. Logo ela abre um sorriso cínico.

Rita- Estou a disposição para qualquer coisa senhor Gael.

Volto para o carro. Não demorou muito para chegarmos. Parece que não tenho madrugadas sossegadas.

Depois de horas, Alysson acordou.

Gael- Finalmente acordou.

Ela me olha sem acreditar. E começa a chorar, ela tenta falar, mas logo desiste.

Gael- Me desobedeceu Alysson.

Alysson- Você mandou me drogar... Gael... Meu pai...

Gael- Shhhh. Vem aqui.

Estou sentado na minha poltrona do quarto. Ela vem e fica na minha frente.

Gael- Me diz uma coisa querida, tem medo de mim?

Alysson- Você acha que eu tenho?

Ela tão ousada depois de tudo.
Me levanto e vou indo atrás dela.

Gael- Você é tão ousada querida.

Volto a me sentar na poltrona.

Gael- Quero que desabotoe minha blusa.

Alysson- Como?

Gael- Desabotoe a minha blusa.

Ela fica me olhando assustada sem entender.

Ela fica hesitando, o que ela tá pensando?
Ela vem até mim, e se ajoelha, e sua mãos tocam meu peito. Desabotoando a blusa lentamente.

Gael- Sabe o quanto você me exita? Com esse jeito...

Alysson- Que jeito?

Gael- Esse jeito teimoso, ousado, ingênuo.

Alysson- Ingênuo?

Gael- Sim.

Ela continua desabotoando, olhando nos meus olhos. Quando termina, continua ajoelhada.

Alysson- Gael, você pode me prender aqui. Pode me obrigar a se casar. Mas saiba que eu nunca vou ser sua.

Gael- Querida... você já é minha.

Presa a você. (Concluída)Histórias para pegar e não largar. Descubra agora