Depois que sai do banheiro, me arrependendo plenamente de ter ido, pois o lugar estava cheirando a maconha. Voltei para onde as meninas estavam. Mas a festa já estava acabando, pois ja era muito tarde, acho que umas 4 da manhã.
Eu e as meninas voltamos para onde o Gael estava.
PK- Está muito bêbado para dirigir Gael. Eu levo vocês até onde estão hospedados.
Gael concorda, e eu ajudo a leva-lo até o carro. Não demorou para chegarmos.
Acordo com o sol queimando o meu rosto, olho no relógio que tem na parede e são três horas da tarde. Me espreguiço, e vejo que o Gael não está na cama. Levanto e saio do quarto procurando ele. Vejo ele sentado na mesinha da varanda de cabeça baixa.
Alysson- Gael tá tudo bem?
Gael- Minha cabeça está quase explodindo. Então não, não está tudo bem Alysson.
Alysson- Eu posso tentar aliviar a sua dor?
Ele concorda, então eu pego uma compressa, deixo ela morna. E dou a ele. Então começo a massagear sua cabeça. Ele parece ficar mais aliviado.
O vento do mar bate no meu rosto bagunçando meu cabelo. A varanda é aberta, grande com uma vista incrível. Ele realmente tem bom gosto.
Ele me pega no meu braço, e me faz ficar de frente pra ele. Ele me puxa para o seu colo, e me beija. Sua mão boba vaga por todo meu corpo.
Eu gosto disso. Eu nego tanto para mim mesma. Todos os dias. Mas a cada dia, eu sinto atração por ele. E essa atração está me cegando. Me fazendo ser egoísta e não pensar no meu pai preso. Mas a atração que sinto por ele, o desejo está ficando mais forte, e não estou conseguindo me controlar. Tenho medo do que pode acontecer se eu me apaixonar por ele...
(Gael)
Cheguei na sala do PK. E nossa reunião já tinha começado.
PK- Que isso irmão, combinamos que era 60% e 40%.
Ele diz.
Gael- Eu nunca concordei com essa porra.
PK- O seu pai concordava.
Gael- Eu não sou o meu pai. Não tente me fazer de idiota com essa ladainha.
Me aproximo dele ficando cara a cara.
PK- Sem estresse.
Gael- Que porra você tá falando?
Ele me olha com furia nos olhos.
Gael- Está a tanto tempo comandando o meu morro, que está se sentindo dono. Se tentar me fazer de idiota de novo, eu mato você.
Ele não diz nada, apenas fica calado me olhando. Ele apenas dá um aceno breve concordando. Viro-me para todos que estão na sala.
Gael- Tenha um bom dia senhores. Espero que guardem bem o recado.
Saio de lá e vou para a empresa do meu pai que fica um pouco afastada da cidade. As coisas estão fluindo do jeito que eu planejei.
Estava indo embora, já era de noite. Preciso dar um celular para a Alysson, não falo com ela dês de manhã. Quando chego, estacionei o carro e subo para o nosso quarto do hotel.
Gael- Ta fazendo o que?
Alysson- Só estava assistindo. Você está com fome?
Gael- Muita fome.
Fomos para o restaurante aqui do hotel. O lugar está um pouco cheio, sentei em uma mesa e fizemos nosso pedido.
Alysson- E os seus negócios, como eles foram?
Gael- Por que está interessada?
Alysson- A por nada, só perguntei.
Ela diz, e para de me olhar. Fica olhando para a mesa.
Gael- Fluindo. As coisas estão fluindo.
Ela solta um "hmm" e volta a comer. Quando voltamos para o quarto, tiro minha jaqueta e minhas roupas. Depois ajudo a Alysson a tirar as roupas dela.
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