Acordei sonolenta e com o corpo pesado. Sentei-me na cama e uma tontura me atingiu. Minha visão ficou escura e minha cabeça latejou. Olhei para o relógio na parede e marcava 20 horas. "Senhor, dormi demais." Dormi não, eu desmaiei.
Uma mulher que aparentava ter uns 60 anos entrou no quarto.
Xxxxxx: "Senhora Romanov, com licença, seu marido me mandou ajudar a se arrumar, irei preparar seu banho."
Ela deixou uma caixa rosa da Victoria's Secret. Eu olhei e vi uma lingerie branca. Ele realmente iria querer consumar o casamento. Eu ainda tinha esperança... A senhora, cujo eu não sei o nome, voltou e me chamou para o banho.
Raissa: "Qual seu nome?"
Xxxxxx: "Sônia, senhora."
Raissa: "Sônia, pode deixar que eu tomo banho sozinha."
Sônia: "Não, senhora, o senhor Romanov ordenou que eu te ajudasse."
Suspirei pesadamente, entrei no banheiro, tirei minha roupa e caminhei para a enorme banheira. Sônia começou a fazer massagem em mim e a passar alguns óleios em minhas costas. Depois de Sônia me ajudar a vestir aquele pedaço de pano, coloquei um robe que veio em outra sacola, e Sônia me ajudou a secar o cabelo. Ela me mostrou uma bandeja que tinha algumas frutas e sucos.
Assim que terminei de comer, ela se retirou. Eu me sentei na cama, nervosa. Se fosse há alguns anos, eu estaria roendo as unhas. Ouvi o clique da porta e Dimitri entrou no quarto. Ele estava com uma calça de moletom e sem camisa, dando a visão de seu corpo definido.
E
le olhou para mim com os olhos em chamas.
Ele começou a caminhar em minha direção com um ar de sedução.
Dimitri: Está com medo?
Raissa: Um pouco.
Não menti, estava evidente que eu estava nervosa e com medo.
Dimitri
Aqueles lindos olhos assustados, seu corpo perfeito.
Tudo nela me deixa louco.
Eu estava de pé em frente à cama, sentia meu membro duro como rocha.
Raissa estava sentada na cama, vidrada em mim. Subi em cima dela, obrigando-a deitar.
Beijei seu pescoço e dei um chupão.
Senti suas minúsculas mãos em meu peito, tentando me afastar.
Dimitri: Não quero que isso seja ruim para você, então coopera.
Ela tenta visivelmente relaxar, mas não consegue.
Beijo-a e não deixo que ela fale nada.
Tirei o robe que envolvia seu lindo corpo.
Ela era perfeita, minha mulher era magnífica.
Levantei meu corpo um pouco e olhei para aquela pequena calcinha. Não estava com paciência alguma, então arranquei-a de seu corpo com um puxão.
Aquele triângulo no meu meio de suas pernas.
Eu estava louco, sentia que assim que eu provasse dela por completo, iria viciar.
Passei minhas mãos por sua boceta e ela arfou.
Ela segurou na minha mão e eu olhei para ela com um olhar de reprovação.
Raissa: Dimitri, por favor... Podemos fazer isso de luz apagada?
Era um pedido tolo, eu queria a luz acesa para contemplar seu belo corpo.
Por mais que eu não quisesse, eu iria realizar seu pedido.
Levantei de cima dela, peguei o controle remoto e apaguei as luzes.
Tirei minha calça e fui para cima dela de novo.
D
esci até sua vulva. Linda, perfeita. Dei uma lambida e senti um gemido escapar de seus lábios. Comecei a chupar, não fazia oral com qualquer mulher, mas essa era a minha.
Raissa: Dimitri... Ah... Ah...
Raissa estava prestes a ter um orgasmo, mas eu parei. Mesmo no escuro, senti seu olhar confuso. Tirei a calça, e a ausência de cueca facilitou o ato. Meu pênis estava duro como pedra.
Me posicionei em sua entrada e disse:
Dimitri: Você sabe que irá doer, tentarei ser cuidadoso.
Enfiei devagar e, em seguida, de uma vez. Raissa soltou um grito abafado contra minha boca, que eu beijava.
Dimitri: Calma, meu bem, irá passar. Disse com nossas testas encostadas.
Esperei um bom tempo e comecei a me movimentar dentro dela. Logo, a dor cessou e ela começou a gemer. Aumentava o ritmo a cada instante.
Dimitri: Está gostando, princesa? Gosta de sentir seu marido te possuindo?
Ela não conseguia falar, totalmente desnorteada.
Dimitri: Você me pertence, diga quem é seu dono. DIGA.
Raissa: V... oc... ê... Dimitri... Voce.
Ela teve um orgasmo e, logo em seguida, eu a satisfiz dentro dela. Logo, meu herdeiro estaria a caminho.
