Após acordar, e tomar café da manhã, fui até a área da piscina, e entrei na jacuzzi. O dia estava fresco, e o sol raiava no céu céu com esplendor. Fecho meus olhos e permaneço ali quieta aproveitando o momento, até que escuto passos. Continuo com minha concentração no meu relaxamento até que a pessoa se pronúncia.
- Porque não me acordou ? - Sua voz rouca entregava que acabará de despertar. Abro os olhos e vejo um homem apenas de cueca em minha frente.
- Não pensei que quisesse ser acordado tão cedo - Digo com indiferença e volto a fechar meus olhos.
- Quando vamos embora ? - Me pergunta como se eu fosse a responsável por tomar tal decisão.
- Na hora que desejar.
- Então se arrume, meus pais vão embora amanhã de madrugada. Hoje é o último dia dos mesmos aqui - diz caminhando para dentro da casa. Eu já havia aberto meus olhos e o encarava fixamente. Eu acabava de me recordar dos
acontecimentos da noite anterior.
Após me arrumar, fomos embora. Ao chegarmos em casa observamos que não havia ninguém além dos empregados. Subo para meu quarto e fico por lá até Crsitopher aparecer.
- Não os encontro em lugar nenhum - diz preocupado caminhando pelo quarto como se procurasse algo.
- E acha que os encontrará aqui ? - questiono sarcástica.
- Maria, estou lhe dizendo que não encontro os meus pais por lugar nenhum desta casa e vc fica aí com suas graciosidades ?
- Eles são grandes e sabem o que fazem, devem ter ido passear por aí já que não estávamos aqui - digo indiferente.
- Ou foram embora depois da baixaria que presenciaram. Você realmente precisa usar mais dos seus bons modos Dulce Maria.
- Tá me soando, não é mesmo ? Só pode. Eu não sou má educada, você que foi um imbecil de ficar de braços cruzados enquanto sua ex amante tentava me humilhar naquela noite.
- E queria que eu fizesse o que ?
- Me defendesse ! Como o bom marido que é... Ou fingi ser ! - rosno as palavras com raiva, e saio do quarto, caminho até a parte do fundo da casa, ali havia uma área de lazer botânico. Um jardim que eu havia pedido que fosse construído, era grande, não tanto mais era. Havia três árvores ali, sendo que a maior ficava ao centro do jardim. Seus galhos eram grossos e suas folhas eram as mais verdes que já havia visto, não era tão alta, mais tinha lá seus três metros de comprimento. Havia alguns bancos espalhados pelo lugar, e as flores eram plantadas dos lugares exatos. Da janela do meu quarto eu tinha a visão perfeita do desenho bagunçado e lindo que tudo aquilo formava.
Eu respirava fundo e enxugava algumas lágrimas solitárias, o motivo do meu choro era a raiva acumulada junto ao sentimento de solidão que me enviados toda vez que discutia com Crsitopher. Me sentei no banco que havia perto a árvore central e ali tentei respirar por ar puro. Ouvi os pássaros cantar e pude perceber que a muito tempo eu não parava para observar isso. O quão suave e barulhento aqueles bichinhos poderiam ser, e acabei sorrindo.
- O que faz aqui sozinha menina ? - escutar aquela voz tão suave me assustou, olhei para a dona da mesma e me assustei mais ainda. Nunca soube que aquela mulher poderia ter uma vós tão suave assim.
- Alexandra, o que faz aqui ? - limpo meu rosto rapidamente.
- Lhe perguntei primeiro - Ri fraco.
- Estou apenas observando o quão bonito está aqui fora hoje - Digo após um longo suspiro.
- Vou fingir que acredito no que me disse. Me diga Dulce, porque estava chorando ?
- Porque se interessa nisso agora ? - pergunto curiosa.
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Interesse mútuo
Romantik" Se eu não posso ter o que eu quero, você também não vai poder ter o que quer " essa era a frase que resumia o relacionamento entre Cristopher Von Uckermam e Dulce Maria Espinoza Savinõn. O jogo é, você me dá o que eu quero e eu te dou o que você...
