Freya: - Você acabou de acordar e já está tendo suas ideias mirabolantes?
S/N: - Qual é, Freya, eu nunca te pedi nada.
Freya: - Posso organizar uma lista por ordem alfabética de tudo o que me pediu.
S/N: - Droga! É que... você é tão poderosa e inteligente...
Freya: - Me bajular não vai resolver. Uma brecha para o inferno é perigoso e instável demais. Tem ideia de quem pode sair de lá?! Nazistas, assassinos, abusadores, MUITAS CRIATURAS PODEROSAS.
S/N: - Argh, eu odeio nazistas!
Freya: - Só isso que você ouviu?
Klaus: - Os outros nós daríamos conta facilmente. Mas aqueles desgraçados usavam magia pesada, era difícil lidar com eles. - Comentou ao aparecer no cômodo.
S/N: - Alizon falou algo do tipo. Magia negra, não é?
Klaus: - Muita. - Franziu o cenho.
S/N: - É o Kai, Freya...
Freya: - Eu entendi, mas é arriscado demais.
Kol: - Você já fez muito mais por muito menos. - Disse da porta, onde acabara de aparecer.
Freya: - Me desculpem.
S/N: - Tudo bem. Eu vou dar um jeito com ou sem você. - Se retirou do cômodo.
Kol a encarou de sério por alguns segundos até ter a certeza de que ela não mudaria de ideia e também saiu.
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S/N: - Eu não quero arriscar ninguém...
Kol: - Eu sei. Eu também não quero que ele fique por lá.
Rebekah: - Quem? - Perguntou curiosa ao chegar na mansão.
S/N: - Meu bruxinho. Venho sentindo que ele não está... bem... no paraíso.
Rebekah: - Não me diga. - Falou como se fosse óbvio - E o que você pretende fazer?
Kol: - Vamos tirar ele de lá!
Rebekah: - Sua entonação transmitiu preocupação ou estou louca? - S/N riu.
Kol: - Estou preocupado com ela. - Beijou o topo da cabeça da garota recostada sobre seu peito no sofá.
S/N: - Com ele também. - Pronunciou sem som para a Mikaelson.
Rebekah: - Âham. - Sorriu para a outra - Falaram com a Freya?
Kol: - Ela não quer ajudar.
S/N: - Não é bem isso, mas não podemos contar com ela dessa vez.
Rebekah: - E a Bennett?
S/N: - A Bonnie? Ela nunca ajudaria a gente. E precisa ter poder psíquico.