Capítulo 8

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(CAPITULO REESCRITO)

Após o fim da reunião todos se retiraram, Minho e BangChan se olharam esperando alguns segundos para começar uma conversa. Alguns poucos betas que estavam na sala, ficaram para falar com Chan, que se abaixou em respeito a uma beta mais velha, a mulher o encarou e passou os dedos pelas suas sobrancelhas.

— Vai ficar tudo bem, lobo...— ela murmurou olhando carinhosamente para ele. Chan sentiu seu lobo ficar calmo, como uma onda de calmaria.

— Obrigada Nana. — Ele beijou a ponta dos dedos dela e agradeceu ao deus sol. A beta passou por Minho e fez o mesmo, mas dessa vez o segurou firme entre as mãos.

— Seja esperto alfa. As estrelas podem congelar se você demorar demais a deixar que seus olhos vejam a verdade. — ele a encarou em dúvida, a mulher murmurou cantigas antigas e se afastou dele sem dizer mais nada.

— As vezes eu fico perdido quando eles fazem isso. — Minho disse olhando a senhora sair pela porta.

— Temos uma convocação essa semana. — BangChan falou de repente, ignorando qualquer coisa.. Minho o encarou com raiva nos olhos.

— Outra?!

— Eles acham que somos inúteis e que não temos mais nada para fazer, mas não é como se não precisássemos deles, eu ainda preciso dos medicamentos deles.

Minho suspirou porque sabia que BangChan estava certo. Os humanos eram necessários, e o acordo que os mantinha seguros era sem sombra de dúvidas muito bem vindo agora.

a aldeia de Wolfgang, era antiga de mais, estava entre as três primeiras a surgirem, e junto do lobos nela, os humanos viram a oportunidade perfeita para trocarem o que tinham pela força sobrenatural. BangChan não concordava com esse cordo, mas ele era o líder mais novo a assumir o cargo. Os outros lobos deixaram claro que esse era um laço impossível de ser cortado, sem derramar sangue.

— Quando?

—Quarta. — BangChan jogou um papel sobre as mãos de Minho que o pegou rapidamente. — Lembre-se do que deve fazer, reforce a segurança, e ninguém sai de casa depois das três da tarde.

Minho concordou já sabendo das ordens, fez sinal de que sairia e começaria os preparativos quando BangChan o chamou.

—Ah, e... Jisung, leve-o para sua casa.

Minho o encarou espantado.

— Como?

— Tire o da mansão, você sabe que não vai ser bom pra ele saber disso agora, então o deixe na sua casa, é longe o suficiente daqui ele não estará em perigo. Vou fazer o mesmo com Seungmin. Vou pedir para que Félix cuide dele para mim.

— Não posso levar Jisung!

— Porque não? — Minho o encarou com olhos abertos, não sabia dizer o porquê não, só sabia que não conseguiria fazer isso, sua casa era... Era sua! Não queria outra pessoa ali, não queria que Jisung entrasse ali.

— Não é um pedido Minho, proteja o seu ômega.

— Ele não é o meu ômega.

— ainda. — BangChan abaixou os olhos para papelada e ignorou a existência conflituosa de Minho a sua frente, que surtava em um silêncio mortal.

Jisung estava na estufa, as ervas e plantas enviadas para Wolfgang estavam em seu estado de germinação, logo as primeiras flores nasceriam e eles poderiam começar a colher as ervas.

— Você acha que podemos começar a colheita delas antes da lua cheia do próximo mês? — Changbin perguntou, ele tinha luvas nas mão e escava um pouco de terra com uma pequena pá, ao lado do corpo uma cesta descansava com alguns legumes que tinham sido recolhidos.

WolfGang - MinsungHistórias para pegar e não largar. Descubra agora