ℂ𝕒𝕡𝕚́𝕥𝕦𝕝𝕠 𝟘𝟝

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A ÁGUA FRIA CAI sobre meu corpo, fechando os olhos por momento esqueço da merda que é o mundo lá fora, estes últimos dias não tem sido fáceis, e tudo o que eu precisava, um treino pesado pra liberar endorfina e serotonina, seguido de um banho frio pra relaxar os músculos. 

Passando a mão em meu corpo, sinto algumas de minhas cicatrizes, cada uma delas é uma história, uma dor diferente, assim como cada uma dessas figuras em meu corpo, que contam segredos da alma.

Termino o banho, visto apenas uma calça de moleton, e passando a toalha em meus cabelos, que ainda gotejam, abro a porta do banheiro, quando... Kuso!!

Por um instante eu congelo, onde está com a cabeça Kimura? Como esqueceu que tem uma garota no seu quarto. Sentada na beirada da cama, com uma expressão em seu rosto que não consigo...

— Foi só um pesadelo. É... Vou voltar... Bem.. Haa...

Fico ali parado, e antes que eu pudesse falar qualquer coisa, ela se deita abraçando meus travesseiros. Quem a olha, parece inofensiva, mas é uma bomba relógio prestes a explodir e em minhas mãos. Sentindo algumas gostas de água escorrendo pelo corpo, volto do que parecia um transe, termino de secar meu cabelo.

Me jogo no sofá, pra tentar dormi um pouco. Tento algumas posições, mas em vão. Sofá e pequeno e nada confortável, inferno!

Finalmente encontro uma posição, mesmo não sendo muito confortável, fecho os olhos, tentando relaxar, já que dormir será impossível. E vou voltar a conversar com Sam, já que ele quer que eu seja babá em tempo integral, teremos que fazer alguns ajustes.

— Mãe, mãaae...

Ouço um choramingo, olho por cima do encosto do sofá, em direção à cama.

— Porque me deixaram? Para onde foram?

Ela continua. Parece agitada, pesadelos?

Me levanto devagar, e vou até ela sem fazer qualquer barulho, deve estar dormindo. A chamo, tentando acordá-la, mas  ela não responde, ainda continua resmungando algo, que não consigo entender. Tento novamente:

— Acorde... Garota?!

Não há reposta. A princípio penso em tocá-la mas recuo, faço mais algumas tentativas em chamá-la, mas sem sucesso. Foda-se. Pego em seu braço, e antes de sacudi-la, pude sentir a temperatura alta de sua pele.

— Febre?

Kuso, ela está delirando pela febre alta. No mesmo instante, batem a porta.

— Haitte mo ī. (Pode entrar)

— Sam quer...

Adam não termina, e me olha desconfiado.

— O que está acontecendo?

Dia De Vingança 🔞 ( Novel) Onde histórias criam vida. Descubra agora