~Hannah~
Eu acordo e percebo que ainda está escuro do lado de fora, pego o meu celular e são 04:48 como eu não consigo mais dormir, me levanto e vou até a sacada.
Lembro que daqui a uma semana eu irei me casar fico olhando pro céu estrelado e vem na minha cabeça.
"E se eu fugir?".
Até que não é uma má ideia eu tenho meu passaporte aqui e seria muito melhor do que eu me casar com um homem que conheço apenas alguns dias.
E tbm seria melhor do que viver nessa casa, com a
Amélia.
— Hannah, você é brilhante.
Digo estalando os dedos.
Com passos rápidos, ando até o meu closet, subo em cima do banquinho e pego a mala que fica na parte de cima e então começo a escolher algumas roupas, pois não vou conseguir levar todas.
Depois de ter arrumado a mala eu tiro o pijama, visto o macacão preto de pernas longas e alças finas, em seguida pego meu sobretudo, por causa do frio, nos pés eu coloco uma hora preta.
Faço um coque despojado no cabelo, ando pelos corredores levantando a mala pra não fazer barulho, na escada, eu quase desço rolando, mas consigo descer.
Achei melhor deixar meu carro, pois, meu pai é esperto, ele ia conseguir me encontrar pelo GPS.
Eu saio pelas portas do fundo, assim que abro o portão do fundo, sinto um frio na barriga, respiro fundo e coloco meu pé pra fora.
Começa a andar pelas ruas escuras e com pouca movimentação, eu rezo que eu consiga encontrar um táxi.
Um carro preto, para ao meu lado, um homem negro, me pergunta se eu preciso de ajuda, digo que quero ir ao aeroporto, assim que estava entrando, ouço um tiro.
O carro acelera e me deixa, sem olhar para eu começo a correr, paro um pouco, abro a minha bolsa e pego o spray de pimenta fico encostada na parede, depois de um bom tempo ninguém aparece.
— essas botas não ajudam a correr.
Resmungo revirando os olhos.
Eu começo a andar devagar, eu olho pra trás e homem que é triplo do meu tamanho tá atrás de mim começo a correr, quase tropeçando por causa das botas, mas o homem me pega por trás tampando a minha boca.
— tentando fugir, lindeza.
Depois que ele fala isso me vira de frente pra ele ainda com a mão na minha boca, eu mordo a mão dele e jogo o spray nos olhos dele, depois ele com muita raiva tenta me agarrar de novo eu chuto os amiguinhos dele de baixo.
Pego um perfume que estava na minha bolsa e taco na cabeça dele, ele cai desmaiado e eu corro de novo.
— meu perfume caríssimo.
Digo enquanto corro.
Enquanto eu tô tentando fugir do bruta montes quatro carros aparecem me cercando impedindo de mim fugir.
— tá de brincadeira?
Mordo os lábios.
Vejo um homem sair de dentro de uns dos carros e a única coisa que sai da minha boca é:
— morri.
Mas uma voz que eu conheço fala:
— tentando fugir, girassol?
É o William? Me pergunto jogando a cabeça de lado.
Ele fala chegando perto de mim.
— Dios Santo, nunca foi tão bom ver você Willian.
Eu falo com um suspiro de alívio.
— vem, vamos pra dentro do carro aqui fora tá muito frio.
Ele fala pegando nas minhas costas e eu entro no carro junto com ele.
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Casei com um mafioso
FanficA minha vida nunca foi perfeita desde a morte da minha mãe,ela poderia até se um pouco melhor se o meu pai não tivesse dado ouvido pra esposa dele. O meu pai nunca deixou eu me relacionar com ninguém mas agora eu sei o motivo, quando eu tinha dez a...
