Capítulo 25

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~William~

Hannah me olha com medo do que vai acontecer. Por que isso vai acontecer? Eu quero sentir a sua boca na minha mais uma vez.

— Você que não ouse não me beijar.
Ela fala com a respiração fraca.

— E se eu beijar, o que vai acontecer?

— Por favor, eu não quero.
Ela fala, tocando meus lábios com seus dedos.

— Você quer, eu sei que você quer.
Eu digo, olhando nos seus olhos.

— Então para de enrolação e me beija logo.
Ela fala, colocando a sua mão no meu peito.

Antes que eu possa beijá-la, ela toma o controle da situação e me beija. Um beijo intenso. Eu a puxo pra mais perto de mim.

Deslizo a minha mão no seu ombro, e o meu toque faz ela se arrepiar.

Ela solta um gemido bem baixinho dentro da minha boca.

E esse beijo foi melhor do que a primeira vez.

Eu beijo seus ombros e, logo depois, seu pescoço.

Pego a sua perna direita e a ergo, apertando as suas coxas enquanto beijo seus ombros.

E ela se derrete de prazer. Quando o beijo estava se tornando mais que beijo, ela se afasta.

— Não, não e não!
Ela fala, se afastando e passando a mão no cabelo.

— Por que não? Eu sei que você quer, o quanto eu, Hannah.
Eu digo, a pegando pela cintura.

Ficamos um de frente pro outro novamente, e ela me olha e sorri. Um sorriso puro e inocente.

— Eu tenho medo.
Ela fala, olhando nos meus olhos.

— Medo de quê?
Eu pergunto.

— De estar com você. Tenho medo de que você me toque como tocou minutos atrás. Eu não quero estar com você.
Ela fala, saindo dos meus braços.

— Você não demonstrou medo agora há pouco.
Eu digo.

— Por favor, não.
Ela fala quando eu a abraço por trás, cheirando o seu cabelo.

— Eu não vou te forçar a nada.
Eu digo, a soltando.

— Por favor, eu não quero amar você.
Ela me olha com os olhos lacrimejando.

— Por que não quer me amar?
Eu pergunto.

— Eu não quero amar você. Eu só quero te odiar pra sempre, então eu o proíbo de voltar a me beijar ou a me tocar.
Ela fala, apontando o dedo pra mim, com tom de autoridade.

Eu seguro o seu pulso muito forte, e ela olha pra mim com ódio.

— Nunca mais ouse apontar esse dedo na minha cara! E você não me proíbe de nada. Você é minha, entendeu, Hannah? É minha! E eu posso beijar você a hora que eu quiser. E se eu quisesse, faria você minha agora mesmo.
Eu digo essas palavras, e o olhar de ódio muda pra medo.

— Você que não tente!
Ela grita, fazendo com que eu a puxe pra perto de mim e a beije contra a sua vontade, mas ela cede ao beijo.

— Não! Me solta, não chega perto de mim! Eu não vou ser sua nunca, entendeu?
Ela fala, terminando o beijo.

— Vai ser minha. Se não for por bem, vai ser por mal, porque eu quero o meu herdeiro aí dentro.
Eu digo, apontando pra sua barriga.

— Não, William! Eu tenho certeza que você não me forçaria a nada com você, porque você não é um abusador.

Casei com um mafioso Onde histórias criam vida. Descubra agora