Capítulo 37

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~Hannah~

Acordo, vou ao banheiro, faço minha higiene e tomo banho.
Como eu não vou fazer nada aqui na Rússia mesmo, visto um shortinho branco e uma camisa preta.

— Você vai ficar vestida assim?
William pergunta, entrando no quarto.

— Sim. Eu não vou fazer nada aqui mesmo, e nem sair pra lugar nenhum.

— Vai sim. Coloca um vestido preto.

— Eu não vou colocar.

— Vai sim. Veio pra cá porque quis, agora tem que ir comigo pra onde eu for.

— E por que isso agora?

— Girassol, se a máfia inimiga souber que você tá aqui na Rússia, vão querer fazer mal pra você.

— Que saco. Eles não vão descobrir, William.

— Hannah, estamos na Rússia. Você é esposa do maior mafioso do mundo. Sendo minha mulher, a sua vida tá em perigo.
Ele fala, e eu reviro os olhos. Não sei pra que tanto drama.

Vou até o closet e pego um vestido preto.

Sinto o cheiro do perfume do William. Ele tá me olhando escondido.
Vou entrar no joguinho dele.

Tiro a camisa preta. Eu estava sem sutiã, mas ele não consegue ver meus seios, porque estou de costas.
Tiro o shortinho branco bem devagarinho.
Meu cabelo está solto, longo, e vai até o meu quadril.
Ele só consegue ver minha calcinha de renda branca.

Coloco o cabelo de lado, dando a ele uma visão perfeita das minhas costas.
Pego o vestido preto e tento vestir, mas estou com dificuldade no zíper.

— William, sei que você tá aí. Vem me ajudar com esse zíper.

Ele vem, sem dizer uma palavra.
Mas, em vez de subir o zíper, ele o abaixa ainda mais.

Quando o zíper já está aberto até o quadril, ele coloca meu cabelo de lado e abaixa a alça do vestido, começando a beijar meu ombro.

Ele me puxa, fazendo minha bunda grudar no pau dele.

— William, para. Você disse que tem coisas importantes pra resolver.

— Tenho sim. Só que o mais importante agora é você.
Ele para de beijar meus ombros só pra cheirar meu cabelo.

— William...
Não consigo terminar. Ele começa a beijar minhas costas e um arrepio percorre meu corpo inteiro.

— O quê, girassol? Quer que eu pare?
Ele pergunta, depois de dar uma lambida nas minhas costas.

— Melhor parar... não é hora pra isso.

— Você tem razão. Sexo tem que ser no escurinho… tudo no sigilo.
Ele fala, fechando o zíper e me virando de frente.

— Hoje à noite você não me escapa.
Ele diz, me dá um beijo e sai.

Termino de me arrumar e me olho no espelho.
No cabelo, faço uma trança embutida, uma make básica e, claro, o vestido preto.

No cabelo, faço uma trança embutida, uma make básica e, claro, o vestido preto

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