~Hannah
Acordo e olho para William, sorrindo de forma ingênua. Ainda estou tentando processar tudo o que aconteceu. Depois de tantas brigas, tantas desavenças… estamos aqui, juntos.
William… eu não te odeio, mas às vezes você passa dos limites e me irrita.
Eu errei. E você também. Mas eu espero, de verdade, que dessa vez seja diferente. Ainda não consigo acreditar... foi tão mágico.
Abro um sorriso enorme para ele. William se mexe um pouco e acorda. Ele me olha e eu sorrio ainda mais. Sinto minhas bochechas arderem, meus olhos brilham e, ao sorrir, eles se fecham um pouquinho.
— Bom dia, meu girassol — ele diz, deixando um beijo carinhoso na minha testa.
— Bom dia, William — respondo sorrindo.
— Como você está?
— Acho que bem...
— Vamos levantar, tomar um banho e tomar café da manhã, ok?
— Tá bom — falo, me levantando e pegando o lençol para me cobrir. Estou nua.
Minutos depois, saio do banheiro enrolada na toalha. Recolho minhas roupas no chão, vou até o closet e me visto. Sento na cama esperando William sair do banho. Ele aparece pouco depois, só de toalha e com um sorriso sedutor nos lábios. Se veste, vem até mim e toca delicadamente o meu rosto.
— Você é maravilhosa — ele diz.
Sinto meu rosto corar.
— Sou, é? — brinco, e ele sorri balançando a cabeça em confirmação. Isso me faz sorrir ainda mais.
Saímos do quarto de mãos dadas.
Depois do café da manhã, vamos para casa. Ao chegarmos, percebo que está tudo quieto demais.
— Ué... em plena 10h17 da manhã, e todo mundo ainda está dormindo? — comento olhando o relógio de pulso.
— Será mesmo que estão dormindo? — William pergunta.
— Vou ver se as meninas estão na cozinha — digo, soltando a mão dele.
Antes que eu me afaste, ele me puxa de volta, me deixando bem pertinho. Me encara com um sorriso e diz:
— Você é linda — e me dá um selinho.
Achei esse gesto tão fofo que fico vermelha.
Ele vai para o escritório sorrindo, e eu sigo para a cozinha. Só as funcionárias estão lá.
— Bom dia, senhora — Mari fala.
— Bom dia, meninas. Onde estão as pessoas dessa casa?
— Estão dormindo, senhora — responde Mari.
— Senhor, a essa hora? Bom... não vou reclamar. Até eu faço pior — digo, fazendo-as rirem.
Subo as escadas e vou até meu quarto. Sento na cama, pensativa, olhando para o nada. Até que ouço a porta se abrindo. Olho para a entrada e vejo William.
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Casei com um mafioso
Fiksi PenggemarA minha vida nunca foi perfeita desde a morte da minha mãe,ela poderia até se um pouco melhor se o meu pai não tivesse dado ouvido pra esposa dele. O meu pai nunca deixou eu me relacionar com ninguém mas agora eu sei o motivo, quando eu tinha dez a...
