Capítulo 41

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~William~

Estou em pé no terraço, olhando para o céu estrelado enquanto espero por Hannah. Marquei um jantar especial para nós dois aqui no hotel, e o coração já bate mais forte só de pensar no momento.

Ela chega, deslumbrante no vestido que escolhi especialmente para ela. Um sorriso surge no meu rosto assim que a vejo, e ela caminha até mim com aquela graça que só ela tem.

— Oi — ela diz, com aquela voz que sempre me derrete.

— Oi, vamos sentar? — digo, envolvendo a cintura dela com a mão e guiando-a até a mesa.

Puxo a cadeira para que ela se sente, e nos acomodamos. O garçom traz a comida, e jantamos em silêncio, deixando que o momento fale por nós.

— Estava tudo muito bom — ela quebra o silêncio, e eu apenas assinto, fixando meus olhos nos dela.

— Vamos dançar — proponho, me levantando e puxando a cadeira para que ela também se levante.

Minha mão repousa na cintura dela. Ela me encara, e juntos começamos a dançar ao som suave da música “Perfect”, do Ed Sheeran.

Quando chegamos na parte da música que fala de amor e perfeição, não resisto: a levanto, giro com ela em meus braços, e seus olhos castanhos brilham intensamente enquanto nossos corpos se encaixam.

Desço lentamente, segurando suas costas, enquanto minha outra mão segura a dela. Ela sorri, o cabelo caído suavemente sobre os ombros, e fico colado nela, sentindo o calor que emana de cada toque.

A giro novamente, e então puxo ela para mais perto, sem pensar duas vezes, colando meus lábios aos seus em um beijo cheio de desejo e ternura.

Aperto sua cintura, sentindo sua mão firme no meu braço. Quando nos separamos, vejo o sorriso tímido no rosto dela.

— O que foi? — brinco. — Não é seu primeiro beijo.

— Eu sei, mas esse foi... — ela começa, desviando o olhar para o céu estrelado.

— Foi o quê? — insisto, me aproximando.

— Foi... romântico — ela responde baixinho.

Sorrio, encantado.

— Você acha?

— Sim, diferente de todos os outros — ela fala, ajeitando uma mecha de cabelo atrás da orelha.

Segurando sua mão, me aproximo mais, e nossos olhos se encontram, brilhando sob a luz das estrelas.

Ficamos assim, em silêncio, apenas observando o céu e as luzes da cidade.

— A lua está linda hoje, não acha? — ela pergunta, olhando para mim antes de desviar o olhar.

— Está perfeita — respondo, pausando um instante. — E as estrelas também, não é?

Ela sorri, um sorriso longo e sincero.

Solto sua mão e me coloco de frente para ela. Sem perder tempo, a puxo para um novo beijo, dessa vez mais profundo, mais urgente.

Sem parar o beijo, a pego nos braços, sentindo cada curva, cada suspiro. Entramos no elevador assim, como se o mundo pudesse parar para nós.

Quando chegamos no quarto, a coloco na cama e continuo beijando cada centímetro do seu corpo.

Minha mão desliza devagar, guiando cada movimento, até que a sento na cama, ainda com os lábios colados nos dela, e começo a abrir o zíper do vestido.

Ela parece assustada quando a alça do vestido chega perto do seio, e ouço seu sussurro tímido:

— William... eu tô com medo.

Casei com um mafioso Onde histórias criam vida. Descubra agora